Pastor apagou fotos de sua conta na rede social por causa dos comentários, e usou microblog para divulgar mensagens de apoio

Agência Estado

Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos, retirou suas fotos de rede social por causa das críticas
ALAN SAMPAIO/iG BRASILIA
Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos, retirou suas fotos de rede social por causa das críticas

O pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, apagou todas as imagens que havia publicado na rede social Instagram. Por outro lado, tem publicado várias mensagens no Twitter , reafirmando a própria permanência à frente da comissão, apesar da onda de protestos contra ele.

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"Aos amigos do Instagram, peço desculpas, mas fui obrigado a retirar as fotos, pois não há limites para a crueldade das pessoas em seus recados", publicou Feliciano, no Twitter.

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Ainda na noite desta sexta-feira, o deputado reproduziu, em retuítes, mensagens de 15 pessoas com o mesmo mote: "Marco Feliciano me representa". Trata-se de uma resposta a uma frase comum nos protestos a favor da saída dele da presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara - "Marco Feliciano não me representa".

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Em outras postagens, já na manhã deste sábado, o pastor e deputado agradeceu "as milhares mensagens de apoio", em tom de desabafo. "Agradeço o apoio dos pais e mães de todas as religiões, inclusive aos que não tem religião e que ao me encontrar dizem: Não desista, pastor", disse.

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Marco Feliciano tem sido alvo de protestos de diversos grupos sociais desde que foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, por já ter dado declarações consideradas racistas e homofóbicas. Ele nega ser preconceituoso e afirma que, a despeito da pressão, não vai renunciar do cargo.

Veja os protestos contra Marco Feliciano:

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