‘Ainda é possível unir PT e PMDB no Rio’, diz Valdir Raupp

Por Brasil Econômico - Pedro Venceslau |

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Tanto o senador Lindbergh Farias, do PT, quanto o vice-governador Luiz Pezão, do PMDB, já avisaram que não abrem mão de disputar a sucessão de Sérgio Cabral em 2014

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O senador Valdir Raupp, presidente nacional do PMDB, está confiante em um acordo que coloque o seu partido no mesmo palanque do PT na eleição estadual do Rio de Janeiro no ano que vem, que já tem como pré-candidatos o senador petista Lindbergh Farias e o vice-governador peemedebista Luiz Pezão. “Ainda há espaço para conversar. Acredito que um acordo no Rio é possível”, disse o dirigente.

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Já quando o assunto é a Bahia, ele não demostra a mesma confiança. “Lá a situação é mais difícil e a tendência é haver dois palanques. Resta saber se a Dilma subirá nos dois”. O problema na terra de Jorge Amado é que o presidente do PMDB e vice-presidente da Caixa, Geddel Vieira Lima, é adversário político e desafeto do governador baiano Jaques Wagner – que além de ser do PT e controlar a máquina, é amigo pessoal da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Em Minas Gerais, tudo caminha para um casamento entre as duas siglas em 2014. Embora oficialmente a cúpula do PT nacional tenha abraçado a candidatura de Lindbergh Farias e cogite até três palanques da base aliada no Rio – Antony Garotinho seria o terceiro – na prática a decisão será tomada mesmo no segundo semestre.

O martelo será batido quando Raupp e Rui Falcão sentarem para montar o tabuleiro nacional. Em São Paulo, o cenário do PMDB está traçado: Paulo Skaf, presidente da Fiesp, será o candidato do partido ao governo paulista. O deputado federal Gabriel Chalita, que pleiteava a vaga antes das denúncias que envolvem seu nome, disputará a reeleição para a Câmara.

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