Em balanço do PAC 2, governo anuncia que concluiu 46% das obras em dois anos

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Programa investiu 47,8% do total previsto para o período 2011- 2014, o que corresponde a R$ 472,4 bilhões dos cerca de R$ 1 trilhão planejados

O Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2) investiu 47,8% do total previsto para o período 2011- 2014. Isso corresponde a R$ 472,4 bilhões dos cerca de R$ 1 trilhão planejados, valor 31% maior do que o registrado em 2011. É o que aponta o balanço de dois anos do programa, divulgado pelo governo federal, em cerimônia no Palácio Itamaraty nesta sexta-feira (22).

Especial iG: Os cinco anos do PAC

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No que se refere a empreendimentos concluídos, o programa já desembolsou R$ 328,2 bilhões, ou 46,4% do previsto para o período. Do total, 61% (R$ 201,2 bilhões) dos recursos foram aplicados em 2012, resultado que, segundo o governo federal, é 58,4% superior ao montante de 2011 (R$ 127 bilhões).

“Chegamos à metade do período do PAC 2 com praticamente metade das ações concluídas, e há ainda muitas obras em planejamento, licenciamento ou licitação”, disse a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, ao classificar como “bons” os índices apresentados.

Pagamentos e empenhos feitos com recursos do Orçamento Geral da União até o final do ano passado representam R$ 39,3 bilhões, uma elevação de 40% se comparado ao volume do mesmo período de 2011. No que se refere a valores empenhados, o aumento registrado, na comparação entre 2011 e 2012, chega a 52%, passando de R$ 35,4 bilhões para R$ 53,8 bilhões.

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Com relação ao ritmo das obras, o balanço do PAC 2 afirma que em dezembro 21% das ações monitoradas – que não incluem, por exemplo, o Programa Minha Casa Minha Vida, mas consideram projetos em áreas como transportes, energia e mobilidade urbana – estavam concluídas e 72% estavam em ritmo "adequado", considerando o valor dos projetos.

Ao mesmo tempo, 6% das ações monitoradas mereciam "atenção" e 1% estavam em ritmo considerado "preocupante" pelo governo. O governo considera "adequado", por exemplo, o ritmo da concessão das rodovias BR-040 e BR-116, em Minas Gerais, apesar de o leilão, que estava marcado para janeiro, ter sido adiado.

Com Agência Brasil e Reuters

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