Saída de Sargento Aragão do governo representa primeira crise na gestão do empresário colombiano naturalizado brasileiro Carlos Amastha, primeiro estrangeiro eleito prefeito

Agência Estado

Eleito em outubro, o vice-prefeito de Palmas, Sargento Aragão (PPS), renunciou na quinta-feira (10), causando a primeira crise política da gestão do empresário colombiano naturalizado brasileiro Carlos Amastha (PP) na capital do Tocantins.

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Aragão tomou a decisão sob a alegação de ser contra a nomeação do irmão e da cunhada do deputado federal Eduardo Gomes (PSDB-TO) e de um vereador ligado à senadora Kátia Abreu (PSD-TO) para cargos do primeiro escalão.

Também disse discordar do remanejamento de 50% no orçamento municipal, pedido por Amastha e incluído no Orçamento 2013, aprovado pela Câmara Municipal em dezembro.

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Deputado de oposição ao governador Siqueira Campos (PSDB), Aragão já havia votado contra o pedido do Executivo estadual de remanejar 40% dos recursos sem consulta à Assembleia. "Como posso aceitar 50% no município?", questionou. Em relação ao secretariado, disse que Amastha "juntou tudo e todos e esqueceu de combinar com a base que o elegeu".

O prefeito disse, por meio de assessoria, que entende o posicionamento de Aragão e a decisão dele de continuar na Assembleia e que escolheu o secretariado com critérios técnicos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo .

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