Crise energética, seca e chuva atrapalham descanso de Dilma na Bahia

Por Luciana Lima - iG Brasília | - Atualizada às

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Em férias na Bahia, Dilma conversou por telefone com ministros e deu orientações para contornar problemas

O descanso da presidenta Dilma Rousseff na Bahia não tem sido dos mais tranquilos. As voltas com as notícias sobre a possibilidade de racionamento de energia, nesta segunda-feira (7), a presidenta conversou por telefone, por duas vezes, com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. O ministro presidirá a reunião de emergência do setor elétrico convocada para quarta-feira.

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AE
Dilma passou o fim de ano na Base Naval de Aratu, em Salvador

O descanso de Dilma também foi atrapalhado pela cheias que causaram estragos em municípios do Rio de Janeiro, localizados na região serrana do estado e na baixada fluminense. Da Bahia, a presidenta ordenou que o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, definisse as ações junto com o governador do Rio Sérgio Cabral.

Para o Rio de Janeiro, o governo determinou a distribuição imediata de mil cestas básicas para a população atingida.

No mesmo telefonema com Fernando Bezerra, na última quinta-feira (5), Dilma determinou também que o Ministério da Integração Nacional repassasse mais R$ 500 milhões, por meio da linha emergencial de crédito operada pelo Banco do Nordeste, para os atingidos pela estiagem.

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De acordo com a pasta, o total de recursos para a linha emergencial de crédito chegará à marca de R$ 2,4 bilhões até fevereiro.

Em 2012, o montante total contratado na linha de crédito emergencial para a estiagem chegou a R$ 1,775 bilhão. Os recursos são destinados a capital de giro e custeio agrícola e pecuário. O limite de crédito varia de R$ 12 mil a R$ 100 mil, com juros de até 3,5% ao ano.

Para pequenos produtores rurais enquadrados no Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), as operações tem juros de 1% ao ano e prazo de 10 anos para pagamento, com até três anos de carência.

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