Chalita diz 'confiar em Deus' para ser ministro

Cotado para assumir Educação ou Ciência e Tecnologia, candidato derrotado à prefeitura de SP espera decisão de Dilma até fevereiro; Gerdau nega interesse em pasta

Nivaldo Souza - iG Brasília |

O candidato derrotado à Prefeitura de São Paulo Gabriel Chalita (PMDB-SP) espera na providência divina uma decisão da presidenta Dilma Rousseff sobre qual ministério deverá ocupar. Ele está cotado para Educação (MEC) ou Ciência e Tecnologia (MCT). “Isso deve sair só depois das eleições do Congresso, em fevereiro”, disse ao iG , em referência à definição das mesas diretoras do Senado e da Câmara.

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Chalita passou pelo Congresso nesta quarta-feira (7) para participar de reunião com o comando do partido. Questionado sobre qual é o ministério mais lhe agradaria, preferiu dizer que confia em Deus sobre a decisão. “Vamos confiar isso a Deus”, disse.

Chalita está entre os nomes para ocupar o MEC, caso Mercadante saia. A pasta seria concedida em troca do apoio ao candidato vencedor na eleição paulistana, Fernando Haddad (PT-SP). Mas o nome do ex-secretário da Educação do governo do PSDB paulista não é unanimidade no Planalto.

O MEC é tido por alguns como "grande demais" para reforçar a cota de ministérios ocupados pelo partido do vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP). O Planalto pensa em direcionar Chalita para Ciência e Tecnologia (MCT). O problema, nesse caso, é que há peemedebistas que definem o MCT como "pequeno demais" para ele.

Gerdau sem interesse

Outro cotado para ocupar um dos postos da Esplanada dos Ministérios, o empresário Jorge Gerdau afirmou ao iG que nunca foi sondado por Dilma para ser ministro. “É tudo fofoca. Ninguém falou comigo e não tenho interesse”, diz.

O nome do empresário do ramo siderúrgico aparece entre citados para ocupar o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, caso o atual ministro Fernando Pimentel migre para Casa Civil, no caso da colega Gleisi Hoffmann voltar para o Senado a fim de fortalecer a imagem para disputar o governo do Paraná, em 2014.

O nome de Gerdau também é bem visto no empresariado, interessado em ter um líder de peso com entrada no governo Dilma.

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