Haddad e Serra fazem 'guerra' sobre contratação de organizações sociais

Tucanos entregam folhetos que acusam PT de querer encerrar parcerias OSs com hospitais públicos; Aliados de Haddad visitam unidades de saúde e dizem que informação é falsa

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As campanhas de Fernando Haddad (PT) e José Serra (PSDB) na disputa pela Prefeitura de São Paulo passaram a travar uma guerrilha de informação e contrainformação no debate sobre a contratação de organizações sociais (OS), com distribuição de panfletos e blitz em unidades de saúde.

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Ibope: Em São Paulo, Haddad tem 49%, e Serra, 36%

Os tucanos entregaram em cinco bairros da periferia milhares de folhetos que acusam o PT de querer encerrar a parceria de entidades privadas com hospitais públicos. Em resposta, aliados e cabos eleitorais de Haddad passaram a visitar unidades de saúde para dizer a usuários e funcionários que a informação é falsa.

Militantes da campanha petista começaram a percorrer nesta quinta-feira unidades de Atendimento Médico Ambulatorial (AMA) para conversar com trabalhadores e pacientes. Pela manhã, eles estiveram na AMA Sé (centro), na AMA Especialidades Santa Cecília (centro), na AMA Mandaqui (zona norte) e na AMA Especialidades Itaquera (zona leste), uma das mais movimentadas da capital.

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A coordenação da campanha petista também convocou presidentes de associações de moradores e até padres ligados a entidades mantidas por igrejas para conversar com sindicalistas que representam os trabalhadores de entidades conveniadas.

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Entre os escalados para fazer a campanha petista estão dois parlamentares que criticaram e denunciaram irregularidades nas organizações sociais, os vereadores Carlos Neder e Juliana Cardoso.

A equipe de Serra distribuiu pelo menos 100 mil panfletos que afirmam que Haddad vai suspender os contratos entre entidades privadas e unidades de saúde de bairros da periferia como Itaim Paulista, M’Boi Mirim e Cidade Tiradentes.

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O material da campanha de Serra reproduz também um trecho do programa de governo do petista, que diz que Haddad pretende "retomar a direção pública da gestão regional e microrregional do sistema municipal de saúde". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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