Serra abre programa de TV com discurso de Alckmin

Haddad apresenta biografia, contando com aparições de sua família, de Lula e do atual ministro da Educação Aloizio Mercadante; Russomanno foca nos problemas da saúde

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O programa de televisão do candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra , foi aberto pelo governador Geraldo Alckmin discursando. Na propaganda, veiculada entre 13h e 13h30, Alckmin reforçou a ideia que já vem sendo transmitida por Serra da intenção de trabalharem sempre em parceria. Serra também prometeu levar ensino técnico a todos os CEUs e ampliar a rede de metrô e monotrilhos.

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O candidato do PRB, Celso Russomanno , criticou a situação da saúde no município e prometeu criar mutirões para resolver o problema de espera nas filas e informatizar o atendimento. A candidata do PPS, Soninha Francine , também tratou da situação da saúde na cidade e fez coro à proposta de criar mutirões na cidade.

Fernando Haddad (PT) expôs sua biografia e contou com aparições de sua mãe, sua mulher, e seus filhos; do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; do atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante; do cientista Miguel Nicolelis e do crítico literário Roberto Schwarz. Ele voltou aos locais em que passou a infância e a juventude, como o Largo São Francisco, onde cursou Direito, e a rua 25 de Março, onde trabalhou no balcão da loja do pai.

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Gabriel Chalita , do PMDB, voltou a criticar as "picuinhas" entre PSDB e PT na administração paulistana que, em sua opinião, não sabem trabalhar em parceria quando estão no poder da cidade São Paulo.

O candidato do PSOL, Carlos Giannazi, levou o ex-candidato à Presidência do seu partido, Plínio de Arruda Sampaio, para pedir votos na TV. Paulinho da Força, do PDT, prometeu descentralizar a administração.

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Levy Fidelix (PRTB) prometeu tirar a rodoviária do Tietê de sua localização atual, Anaí Caproni (PCO) criticou o que chamou de "indústria da multa" e a especulação imobiliária da atual gestão de Gilberto Kassab (PSD).

Ana Luiza, do PSTU, criticou Haddad, Serra e Kassab pela situação da educação na cidade e Miguel Manso (PPL) propôs a criação de um sistema de ônibus batizado de rápido paulistano. Ele prometeu dar mais detalhes do projeto no futuro.

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