STF dá habeas corpus a empresário, que pode ficar calado em depoimento à CPI

Tribunal concedeu liminar a Adir Assad, garantindo a ele o direito de permanecer em silêncio durante sessão da CPI do Cachoeira nesta terça-feira

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O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu liminar nesta segunda-feira (27) ao empresário Adir Assad, garantindo a ele o direito de permanecer calado em depoimento à CPI do Cachoeira, programado para esta terça.

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Assad é dono das empresas JSM Terraplanagem e SP Terraplanagem, suspeitas de atuarem como "laranjas" da construtora Delta, utilizada pelo esquema do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira , para lavagem de dinheiro e captação de recursos públicos.

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Para esta terça-feira, também está marcado o depoimento do ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antonio Pagot. Ele não recorreu ao Supremo para garantir habeas corpus e há expectativa de que dê novas informações sobre a atuação do grupo de Cachoeira.

Em entrevista, Pagot disse ter sido pressionado para liberar recursos para a Delta e que sua saída do cargo foi resultado de pressão do contraventor.

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