Ex-mulher de Cachoeira consegue habeas corpus para não falar na CPI

Andrea Aprígio, teve o direito de ficar calada garantido durante o depoimento que prestará à CPI na próxima quarta-feira (8)

Valor Online |

Valor Online

A ex-mulher de Carlinhos Cachoeira , Andrea Aprígio, teve o pedido de habeas corpus deferido nesta segunda-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e garantiu seu direito de ficar calada durante o depoimento que prestará , na quarta-feira, à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as atividades do contraventor . A decisão de não falar para não produzir provas contra si é um direito assegurado pela Constituição, mas os advogados costumam ingressar com liminar no Supremo preventivamente.

Leia também: Justiça adia depoimento de cachoeira para dia 29

Na quarta-feira, também deve comparecer o contador Rubmaier Ferreira de Carvalho, apontado pela Polícia Federal como o responsável pela abertura de empresas de fachada que serviam para dar sustentação à rede de Cachoeira. Rubmaier aguarda a análise de seu habeas corpus pelo ministro Ricardo Lewandowski.

Leia mais: PF liga auxiliar de ex-governador de Goiás a esquema de Cachoeira

Amanhã, a CPI ouve a esposa de Cachoeira, Andressa Mendonça , que ainda não recorreu ao STF para garantir seu direito de ficar calada. No mesmo dia, presta depoimento Joaquim Gomes Thomé Neto, suspeito de ter realizado escutas clandestinas para o grupo do contraventor.

Russomanno: PPS pede convocação de candidato para depor na CPI

Thomé Neto já teve seu habeas corpus atendido desde julho, quando deveria ter comparecido à Comissão, mas apresentou atestado médico e adiou seu depoimento. De acordo com o presidente da CPI do Cachoeira, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), das 24 pessoas que compareceram à CPI do Cachoeira, 13 não falaram. Nove prestaram depoimento integral e duas prestaram depoimentos parciais.

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG