Veja as frases mais marcantes do debate eleitoral em São Paulo

Ataques, alfinetadas e até excesso de 'cordialidade' marcaram embate entre os candidatos à prefeitura

iG São Paulo |

Os candidatos à Prefeitura de São Paulo se enfrentaram na noite de quinta-feira no primeiro debate das eleições 2012 . Como acontece em todo embate desse tipo, algumas frases dos candidatos se destacaram e marcaram o evento - muitas vezes de maneira cômica, arrancando risadas dos presentes na plateia.

Leia a seguir as melhores frases do primeiro debate transmitido pela TV.

Band
Levy Fidelix (PRTB) proporcionou momentos de risada entre os presentes na plateia


"A Marta Suplicy combateu tanto a corrupção, que teve que vestir colete à prova de balas para fazer o Bilhete Único", Fernando Haddad , ao ser questionado sobre a corrupção e a aliança PT-PP de Maluf

"Não combinamos nada, mas você me jogou uma bola nas mãos muito boa", Levy Fidelix , ao ser perguntado por José Serra sobre transporte público - em especial o monotrilho.

"Você tem ideias arejadas a respeito de transportes", José Serra a Levy Fidelix , sobre o mesmo tema

"A troca da taxa de lixo pela taxa de carro não foi boa", Fernando Haddad em resposta à crítica de José Serra , e fazendo referência à taxa da inspeção veicular

"A taxa de lixo é uma aberração que foi feita pelo PT", José Serra a Fernando Haddad , em pergunta sobre tributação na cidade de São Paulo

"Não concordamos com o processo de criminalização dos motoboys. Há muito preconceito", Carlos Gianazzi , sobre novas exigências que entram em vigor neste sábado em relação a esses profissionais

"A proposta é realmente boa e eu não tenho nenhum problema em reconhecer isso", Soninha Francine a Fernando Haddad sobre o projeto de integrar as bicicletas ao Bilhete Único

"Nós temos a Feirinha da Madrugada que é um caos total. A prefeitura é um antro de corrupção", Celso Russomanno , sobre o problema na regularização de camelôs

"Guarda civil pode prender sim", Celso Russomanno em resposta a Paulinho da Força , que havia afirmado que os guardas metropolitanos, ao levar bandidos a delegacias, tinham que soltá-los por não ter competência garantida para tal

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