'Nunca vi ladrão morar na casa da sogra', diz advogado de Delúbio‏

Arnaldo Malheiros Filho defende a tese de que ex-tesoureiro do PT apenas captou e distribuiu dinheiro para pagamento de campanhas, por ordem da direção do partido

Ricardo Galhardo - enviado a Brasília |

O advogado Arnaldo Malheiros Filho, defensor do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares , ficou indignado com a acusação do procurador geral da República, Roberto Gurgel, de que o petista teria embolsado parte do dinheiro do esquema do mensalão. "É um absurdo! Isso não está na denúncia (por escrito) e não pode ser usado no tribunal", disse ele.

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"Se há uma coisa notória é a simplicidade do Delúbio", afirmou o defensor do ex-tesoureiro

Segundo Malheiros, Delúbio, que no auge de sua gestão à frente da secretaria de Finanças do PT fumava charutos cubanos, usava carro importado com motorista e frequentava os restaurantes mais caro de São Paulo, o ex-tesoureiro leva uma vida franciscana.

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"Se há uma coisa notória é a simplicidade do Delúbio. Não conheço ninguém que tenha roubado e more na casa da sogra", disse. Malheiros sustenta a tese de que Delúbio, por ordem da direção nacional do PT, apenas captou e distribuiu dinheiro para pagamento de campanhas eleitorais petistas e de partidos aliados.

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