Candidatos a prefeito se enfrentam no primeiro debate eleitoral na TV

Mais de vinte cidades terão embates transmitidos nesta quinta-feira pela Rede Bandeirantes de Televisão; na capital paulista, início do julgamento do mensalão deve ser um dos temas

iG São Paulo | - Atualizada às

Os candidatos a prefeito de 21 cidades do País se confrontam nesta quinta-feira (2) no primeiro debate ao vivo transmitido pela TV. A Rede Bandeirantes de Comunicação dará início, às 22h, a embates nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Barra Mansa (RJ), Presidente Prudente (SP), Campinas (SP), Santos (SP), Salvador, Curitiba, Manaus, Belo Horizonte, Porto Alegre, Florianópolis, Cascavel (PR), Palmas, Taubaté (SP), Natal, João Pessoa, Goiânia, Fortaleza, Maringá (PR) e Londrina (PR).

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Alex Vieira/Futura Press
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Em São Paulo, os oito postulantes à Prefeitura - José Serra (PSDB), Celso Russomanno (PRB), Fernando Haddad (PT), Gabriel Chalita (PMDB), Paulinho da Força (PDT), Soninha Francine (PPS), Levy Fidelix (PRTB) e Carlos Gianazzi (PSOL) - debaterão propostas mediados pelo jornalista Fábio Pannunzio.

As duas horas e meia de duração do debate serão divididas em cinco blocos. No primeiro, um internauta fará uma pergunta, em um minuto, que deverá ser respondida por todos os candidatos em um minuto e meio cada.

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No segundo bloco, os candidatos escolherão um oponente para fazer uma pergunta em um minuto. Será concedido um minuto e meio para a resposta, assim como para a réplica, e um minuto para a tréplica.

Quatro jornalistas da Band farão perguntas a todos os candidatos no terceiro bloco. Cada um escolhe um participante para responder e outro para comentar. A pergunta poderá ser feita em 45 segundos, enquanto a resposta e o comentário, em um minuto e meio. Para a tréplica será concedido um minuto.

No quarto bloco, o formato do segundo bloco se repete. No último, os candidatos terão um minuto para fazer suas considerações finais.

Mensalão

O primeiro debate entre os candidatos coincide com o primeiro dia de julgamento do mensalão , considerado o maior escândalo do governo do ex-presidente Lula. Serra, Russomanno e Soninha já prometeram que não levantarão o assunto, porém o petista Fernando Haddad já prepara argumentos para se defender de eventuais questionamentos sobre o assunto.

Se for provocado, Haddad argumentará que os governos Lula e da presidenta Dilma Rousseff valorizam a democracia, que o caso é uma prova de que as instituições funcionam no País e que o STF dará a palavra final.

A equipe de Haddad avalia que um ataque pode partir do candidato Carlos Giannazi (PSOL) ou de um dos quatro jornalistas da Band.

No Rio de Janeiro, os quatro candidatos de oposição devem centrar seus ataques ao prefeito e candidato à reeleição, Eduardo Paes candidato do PMDB e de uma coalizão de 20 partidos. Como aquecimento do debate, o antecessor de Paes e candidato a vereador Cesar Maia, pai do postulante Rodrigo Maia, anunciou nesta quinta-feira que passará a distribuir nesta sexta uma cartilha com críticas à atual administração.

O iG vai acompanhar os debates em São Paulo, Rio e Salvador.

Com Agência Estado

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