Em recurso de última hora, réu pede para ser excluído do processo do mensalão

Durante a fase inicial do processo, o empresário Carlos Alberto Quaglia tinha defensor público porque não havia contratado advogado

iG Brasília |

A defesa do empresário Carlos Alberto Quaglia, um dos 38 réus do mensalão, entrou com um habeas corpus de última hora pedindo a nulidade julgamento em relação ao acusado. Seus advogados alegam cerceamento de defesa.

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Durante a fase de instrução, o empresário passou a ser assistido pela Defensoria Pública da União (DPU) porque não tinha advogado constituído. Essa situação se arrastou até a terceira semana de julho.

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Mas, nas últimas semanas, o réu alegou que seu advogado era Haroldo Rodrigues e que ele não participou da fase de tomada de depoimentos e isso impediu a formalização da defesa de Quaglia na fase final do processo.

“A inexistência das intimações do advogado do acusado para apresentar suas quatro testemunhas de defesa também é nulidade absoluta, representada por cerceamento de defesa por parte do Poder Judiciário”, diz o pedido.

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