Citado em grampos do caso Cachoeira, Russomanno diz ser alvo de 'aloprados'

Candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo apresentou nesta quarta-feira documento encaminhado à CPI do Cachoeira em que coloca à disposição seus sigilos fiscal e bancário

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O candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, apresentou nesta quarta-feira (1º) o documento encaminhado ao presidente da CPI do Cachoeira , senador Vital do Rego (PMDB-PB), colocando à disposição seus sigilos fiscal, bancário e telefônico. Em sua página no Facebook, Russomanno diz que a citação de seu nome por doleiros, em grampos captados pela Polícia Federal, e o suposto depósito em conta no exterior operada pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira , "é um absurdo sem precedentes".

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André Dusek/AE
O candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, se diz alvo de uma campanha 'ardilosa'

"Querer envolver meu nome com a CPMI do Cachoeira. Foi a tentativa mais rasteira para desqualificarem minha candidatura a prefeito de São Paulo", reclama o candidato aos internautas. "Tenho sido alvo de pesadas investidas da imprensa contra minha honra desde o último resultado da pesquisa Datafolha, publicado em meados de julho, quando mostrou que já estou tecnicamente empatado na primeira colocação da disputa ao lado do candidato do PSDB", completa.

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Russomanno, que cancelou sua agenda de campanha nesta quarta, atribui as denúncias à ação de "gente aloprada". "Quem não deve, não teme. Tenho certeza que vocês não vão acreditar nessa corja de bandidos. Isso é coisa de gente aloprada."

No documento anexado à sua página e encaminhado ao presidente da CPMI, o candidato alega ser vítima de uma campanha "ardilosa e irresponsável" e afirma que acionou seu advogado para apurar a suposta "prática de crime eleitoral" contra quem divulgou a informação.

Russomanno ainda se coloca à disposição da CPMI e se diz vítima de uma tentativa de "execração pública".

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