Oficializado candidato, Russomanno diz que evitará temas religiosos na campanha

Com o slogan 'Uma nova história para São Paulo', o PRB homologou a candidatura da legenda na capital paulista, com Luiz Flávio Borges D'Urso na vice

Agência Estado |

Agência Estado

Sob o slogan de "Uma nova história para São Paulo", o PRB homologou neste sábado (30) a candidatura de Celso Russomanno à Prefeitura de São Paulo. Durante o evento, realizado nesta manhã na capital, Russomanno evitou atacar seus adversários e disse que não vai entrar em temas religiosos. "Não vou atacar as pessoas. Quero uma campanha limpa. Não vou discutir assuntos religiosos", afirmou.

Leia mais: Com Durso na vice e PTB na aliança, Russomanno é oficializado candidato

Leia também: PTB oficializa D'Urso na vice de Russomanno, mas apoia Alckmin em 2014

Russomanno, que aparece na vice-liderança das pesquisas de intenção de votos, questionou a ideia de que a campanha será polarizada entre o PT de Fernando Haddad e o PSDB de José Serra. "Quem disse que será polarizado? Quero ver andar na rua, ir para a periferia comigo. Vamos sentir o que as pessoas querem. Na periferia eu tenho 30% das intenções de voto", ressaltou.

Renato S.Cerqueira/Futura Press
Para Celso Russomanno, eleição em São Paulo não será polarizada entre Serra e Haddad

O jingle que vai embalar a sua campanha é um ritmo sertanejo com refrão de fácil assimilação, que faz referência ao número de seu partido, o dez. "É dez, é dez, Celso Russomanno. É dez, é dez, com esse eu não me engano."

Ao lado de sua esposa, Lovani Russomanno, grávida de seis meses, e com a presença do ministro da Pesca, Marcelo Crivella (PRB), além do vice, Luiz Flávio D'Urso (PTB), dentre outros correligionários, o candidato afirmou que apesar do pouco tempo de propaganda no rádio e na televisão (cerca de 2 minutos) vai concorrer "de igual para igual" com o PSDB, PT e PMDB, partidos com maior tempo de exposição na propaganda gratuita. "Temos casos de políticos que ganharam campanhas com pouco tempo de TV. O Collor (atual senador Fernando Collor e ex-presidente da República), por exemplo, tinha pouco mais de um minuto."

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG