Em seis páginas, procurador-geral defende decisão do MP à CPI

Roberto Gurgel responde a questionamentos da comissão sobre a não abertura de inquérito contra o senador Demóstenes Torres

Wilson Lima, iG Brasília |

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, prometeu encaminhar ainda nesta quarta-feira (23) respostas à CPI que investiga a relação do bicheiro Carlos Cachoeira com políticos e agentes públicos e privados sobre a não abertura de inquérito contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) após a realização da Operação Vegas, ainda em 2009.

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O pedido de explicações por escrito foi aprovado pela CPI na terça-feira da semana passada. Inicialmente, o PT defendeu que o procurador-geral comparecesse à CPI para prestar depoimento, mas a legenda baixou o tom após ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) saírem em defesa de Gurgel e, na manhã de hoje, concordaram com a proposta do relator Odair Cunha de oficializar o requerimento de informações.

Segundo ele, “não há nenhuma novidade” no documento que será encaminhado à CPI. “Não há nenhuma novidade. O que consta lá é exatamente o que tenho dito exatamente a vocês desde o início, no sentido de mostrar que, na verdade, o que houve foi uma definição de uma estratégia de atuação que cabe ao Ministério Público. E uma estratégia de atuação que se revelou extremamente bem sucedida”, reafirmou Gurgel.

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Ainda segundo o procurador, “Nós ficaríamos absolutamente limitados a uma investigação que eu chamaria de limitada e acanhada”. A resposta à CPI tem seis páginas.

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