Especial seleção brasileira: especialistas opinam sobre a Copa de 2010

Veja o que ex-jogadores e críticos dizem sobre a seleção e seus rivais

Marcelo Monteiro, iG São Paulo |


O QUE ELES DIZEM SOBRE O BRASIL..

É um time organizado. Não é um futebol brilhante, a não ser quando a bola cai nos pés de um Kaká, de um Luís Fabiano ou de um Robinho (se entrar em forma). Aí o time ganha ritmo, velocidade e inteligência e pode definir uma partida.
Alberto Helena Júnior, colunista do iG Esporte

Deve-se pensar na Copa passada e trabalhar o emocional, a fim de evitar que se cometa os mesmos erros de antes.
César Sampaio, ex-meio-campista, que disputou a Copa de 1998

Vai ser mamão com açúcar, porque o futebol mundial está nivelado por baixo, e o Brasil tem uma vantagem: todo mundo tem medo do Brasil. Agora, o Brasil não vai rebolar como rebolou em 2006. Com o Dunga não rebola, porque ele tem pulso. Ele joga um futebol de competição. Confio nesse Brasil do Dunga.
Dadá Maravilha, ex-centroavante nos anos 1970

Gazeta Press
Neguinho da Beija-Flor recebeu a seleção na Alemanha em 2006

O time tem que se apresentar bem nos treinamentos, não esquecer da vida, parar de oba-oba e aí, sim, terá condições amplas de ganhar a Copa do Mundo.
Carlos Alberto Torres, capitão da seleção tricampeã do mundo em 1970

O time está classificado e chega a jogar bem. Apresenta boas alternativas de jogo, dependendo do rival e é competitivo. Dunga e Jorginho conseguiram descobrir novos talentos na mesma medida que conseguiram eliminar velhos caciques que não queriam mais nada com o futebol. Tanto um como outro são grandes desafios.
Celso Miranda, editor da revista Fut!

Copa é diferente de tudo. E o Dunga vai exigir máxima atenção. Certamente, ele vai estar super atento a todos os detalhes.
Mauro Silva, ex-volante, companheiro de time em 1994 do atual técnico da seleção


O QUE ELES DIZEM SOBRE OS RIVAIS...

A Espanha é aquele cavalo paraguaio que a gente costuma falar, mas vem muito bem. É uma seleção que a gente espera que possa aspirar algo mais na Copa.
Mauro Silva, ex-volante da seleção

Poucas vezes vi seleção tão consistente dentro e fora de campo como a Inglaterra. Timão do começo ao fim. O Wayne Rooney é meu favorito a craque e artilheiro do mundial. Matador. Pode ter sido domesticado, mas terá sempre a gana dos famintos. E sem isso não se vence coisa alguma.
Celso Miranda, editor da revista Fut!

Reuters
Inglaterra, de Rooney e Beckham, é uma das grandes ameaças ao hexa

A França parece que, ao longo dos anos, sempre dependeu de alguns craques excepcionais, que inclusive entraram para a história. Foi assim com Kopa e Fontaine, em 1958, com Tresor, em 1978, com Platini e Tiganá, em 1982 e 1986, e com Zidane, em 1998. Ou seja, a França depende de um jogador especial que hoje já não tem.
Alberto Helena Júnior, colunista do iG Esporte

A seleção deve temer principalmente a França, porque a França está sendo a pedrinha na chuteira do Brasil.
Dadá Maravilha, ex-centroavante nos anos 1970

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