Ao comparecer para votar na prévia para a escolha do pré-candidato do PT ao governo de Minas, o ex-ministro Patrus Ananias adotou hoje um tom mais incisivo na defesa de uma candidatura própria do partido. "Na história do Brasil e na história do Partido dos Trabalhadores (PT) Minas Gerais nunca foi tratada como moeda de troca", disse Patrus, se referindo à condição imposta pelo PMDB nacional para que o PT ceda a cabeça-de-chapa ao senador Hélio Costa.

Ao comparecer para votar na prévia para a escolha do pré-candidato do PT ao governo de Minas, o ex-ministro Patrus Ananias adotou hoje um tom mais incisivo na defesa de uma candidatura própria do partido. "Na história do Brasil e na história do Partido dos Trabalhadores (PT) Minas Gerais nunca foi tratada como moeda de troca", disse Patrus, se referindo à condição imposta pelo PMDB nacional para que o PT ceda a cabeça-de-chapa ao senador Hélio Costa.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defende que os petistas abram mão da postulação para não ameaçar a aliança nacional com o PMDB em torno da candidatura à Presidência da ex-ministra Dilma Rousseff.

Patrus disse que não aceita que o nome petista seja excluído de antemão e que qualquer decisão terá de levar em conta os "superiores interesses de Minas". O ex-ministro disputa a indicação do PT-MG com o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.

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