Papandreou defende acordo com FMI e UE para evitar quebra da Grécia

Atenas, 2 mai (EFE).- O primeiro-ministro grego, Yorgos Papandreou, defendeu hoje em um conselho de ministros extraordinário o plano de austeridade estipulado com a União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) para evitar a quebra do país.

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Atenas, 2 mai (EFE).- O primeiro-ministro grego, Yorgos Papandreou, defendeu hoje em um conselho de ministros extraordinário o plano de austeridade estipulado com a União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) para evitar a quebra do país. "Os sacrifícios de hoje são difíceis, mas necessários. Se não o fizermos a Grécia irá quebrar. Os sacrifícios nos darão o tempo necessário para aplicar as grandes mudanças que necessitamos", ressaltou o primeiro-ministro. "Farei todo o necessário para livrar o país da quebra", afirmou Papandreou, destacando: "Os gregos devem escolher entre a catástrofe e o sacrifício". "As medidas têm como objetivo recuperar a credibilidade internacional", acrescentou o primeiro-ministro, reconhecendo que seu país não está em condições de refinanciar suas necessidades de 60 bilhões de euro nos mercados internacionais. O líder grego reconheceu que "o povo enfrenta grandes sacrifícios, mas a alternativa será pior", por isso que se comprometeu a assumir "todas as medidas necessárias". Papandreou definiu as medidas como "difíceis e dolorosas", mas reiterou que se esforçará para que os setores mais desfavorecidos sejam os menos afetados pelo programa de austeridade. Atenas negociou há quase duas semanas um programa de consolidação fiscal trienal com o FMI, a Comissão Europeia (órgão executivo da UE) e o Banco Central Europeu (BCE), uma condição prévia para ter acesso aos fundos internacionais de até 135 bilhões de euros para salvar o país da quebra. EFE afb/ma

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