Países latino-americanos pretendem impulsionar tecnologias espaciais

México, 11 mai (EFE).- A maioria dos países latino-americanos se reunirão no México entre os dias 15 e 19 de novembro com o objetivo de impulsionar o uso de tecnologias espaciais na região, no contexto da nova economia global.

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México, 11 mai (EFE).- A maioria dos países latino-americanos se reunirão no México entre os dias 15 e 19 de novembro com o objetivo de impulsionar o uso de tecnologias espaciais na região, no contexto da nova economia global. A VI Conferência Espacial das Américas (CEA) será realizada em Pachuca (centro do país), cerca de 65 quilômetros da capital mexicana e deve contar com a participação de representantes da Argentina, Brasil, Chile, México, Equador além de outras nações da região. Os ministros de Comunicações e Transportes e de Relações Exteriores do Néxico Juan Molinar e Patricia Espinosa, respectivamente, detalharam em entrevista coletiva que o encontro servirá para dar continuidade à troca de estratégias e ações orientadas para conseguir benefícios em diversas áreas, conforme combinado há dois anos na edição passada, realizada em Quito. Entre elas, foram mencionados aspectos como a educação à distância, telecomunicações, prevenção e medição de desastres naturais e preservação do meio ambiente, entre outros. Este encontro, cujo tema central será "Espaço e Desenvolvimento. As aplicações espaciais ao serviço da humanidade e o desenvolvimento das Américas", será realizada no México, em um momento chave para este país que aprovou recentemente a criação da Agência Espacial Mexicana (Aexa). A quinta edição do CEA foi realizada há dois anos na capital equatoriana. Lá foram discutidos a problemática dos satélites e a educação à distância após a assinatura de uma declaração de princípios sobre as aplicações espaciais em prol da segurança e do desenvolvimento sustentável da humanidade. A Agência Espacial Mexicana, impulsionada pelo astronauta americano de origem mexicano José Hernández, começará a operar no final deste mesmo com um orçamento inicial de 100 milhões de pesos (US$ 8 milhões) no município de Tulancingo (Hidalgo). Nela se buscará definir os programas de estudos e pesquisas científicas e tecnológicas espaciais e iniciar a formação de especialistas nos ramos educativo, industrial, científico e tecnológico em matéria espacial e poderá fazê-lo em colaboração com as dependências nacionais e organismos estrangeiros e internacionais. Como segunda etapa, Aexa contará com outra base na Península de Iucatã para lançamentos espaciais. EFE ra/pb

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