Especial: turbos se despediam da F-1 em 88
Warm Up
30/10/2008 - 04:01



Forix

Piquet com a Lotus: campeão de 1987 levou número 1 para nova equipe


FRANCISCO LUZ
de Novo Hamburgo


A F-1 começou 1988 sob a égide da despedida. O campeonato seria o último a utilizar motores turbo, que vinham dominando a categoria desde 1983 e que foram banidos pela então Fisa para a temporada seguinte. Apenas três empresas forneciam usinas turbo comprimidas: Honda, Ferrari e Megatron, que recondicionava os antigos BMW. Mas também haviam novidades, e muitas.

O mercado de pilotos também sofreu algumas movimentações entre as equipes de ponta. O campeão Nelson Piquet deixou a Williams após duas temporadas e um titulo, e foi para Lotus, que mantinha os motores Honda perdidos pelo time de Grove. A McLaren, por sua vez, também recebia os propulsores japoneses no lugar dos TAG, e tinha Ayrton Senna estreando ao lado de Alain Prost. Já a Williams, que perdeu Piquet, contratou Riccardo Patrese para o seu lugar.

Este era o clima visto no pelotão de cima do grid antes da prova de abertura do Mundial, em Jacarepaguá, no dia 3 de abril. Mal sabiam todos que apenas uma equipe protagonizaria todas as ações do campeonato.





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