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Raikkonen celebra quarto triunfo no ano, empatando com Alonso

É engraçada, essa F-1. Porque se todo mundo propala que se trata do Mundial mais disputado das últimas duas décadas, tal fator só acontece quando se pega a tabela de classificação e se observa a distribuição dos pontos. O GP da Bélgica deste domingo (16) foi uma grande amostra do que é esta temporada: troca de posições, mesmo, só de quinto para cima. Entre o G4, como partiram, chegaram. Parecia a brincadeira do "como está, fica". Então, Kimi Raikkonen, o pole, ganhou a corrida. Felipe Massa foi o segundo, como no grid. Fernando Alonso, o terceiro e Lewis Hamilton, o quarto, idem.
De interessante entre eles, apenas a largada. Kimi partiu bem, Massa tentou ultrapassagem por fora e não conseguiu. O mesmo arriscou Hamilton sobre Alonso. Que foi, digamos, combativo, e jogou o companheiro para a área de escape. O inglês ainda emparelhou com o espanhol, e os dois quase fizeram a Eau Rouge lado a lado. O bicampeão impôs-se e manteve o terceiro lugar. E assim foi, longas 44 voltas, sem mudança sequer nas estratégias. Raikkonen livrou confortável distância para Massa, que nem se aproveitou por parar volta depois.

Spa-Francorchamps viu três desempenhos notáveis hoje. O primeiro foi o de Robert Kubica. Saindo de 14º por conta da punição por troca de motor, foi passando um a um arrojadamente. Empacou somente quando encontrou David Coulthard após seu primeiro pit stop — o escocês vinha em estratagema de parada única. O segundo foi Heikki Kovalainen, que, na mesma tática de Coulthard, passou em sexto na primeira volta e foi se defendendo, com o carro mais pesado, com maestria. No fim da prova, os dois travaram embate pelo oitavo lugar, que ficou para o finlandês da Renault. E o terceiro foi Adrian Sutil, 19º na partida, outro que chegou a acossar Coulthard em batalha pelo 11º posto no primeiro trecho da corrida com a pequena Spyker versão B. Acabou, no entanto, em 14º, defendendo-se de Takuma Sato.
Os outros que pontuaram foram Nick Heidfeld, a quem cabe o papel de melhor do resto, em quinto, Nico Rosberg e Mark Webber logo na seqüência. Rubens Barrichello e aquela Honda velhaca de guerra terminou em 13º visitando apenas uma vez os boxes, sem muito brilho. Como acabou sendo a prova que tanto era esperada por pilotos, equipes e público.
Faltou a chuvinha de sempre...
Final:
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