
Ao meio-dia de Montreal desta segunda (11), as portas de entrada e saída do L'Hôpital Sacre-Coeur se abriram para um Robert Kubica que caminhou até o carro da BMW com uma leve dificuldade. Sorrindo, saiu falando abertamente aos repórteres que vai se concentrar para o GP dos EUA, que já tem suas atividades iniciadas na próxima sexta.
"Não sinto dores e estou bem", afirmou o polonês, que agradeceu ao grupo médico, a Mario Theissen, chefe da equipe e aos demais membros que foram visitá-lo. "E a Jarno Trulli, que também veio", lembrou Kubica. "Estou feliz por ter deixado o hospital rapidamente e agora vou me preparar para correr em Indianápolis."
A BMW, diante desta situação e de nova avaliação médica — que será feita pelo delegado-médico da FIA na próxima quinta —, deve liberar Robert para a sétima etapa do Mundial, para tristeza de Timo Glock e Sebastian Vettel, alemães test-drivers da escuderia.
Kubica teve como resultado de seu forte acidente na volta 27 da corrida canadense um tornozelo torcido e uma leve concussão. Nada diante da gravidade das duas batidas, no muro e no guard-rail, a quase 280 km/h. "Eu me lembro de quase tudo", revelou.
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