31/12 - 18:10 - Nahum Sirotsky, correspondente iG em Israel
A ministra do Exterior de Israel deve viajar a Paris nas próximas horas para rever o plano de cessar-fogo de 48 horas francês com o presidente Sarkozy e o ministro de Assuntos Estrangeiros. Ambos estão com vinda à região marcada para a próxima semana.
Pressões e sugestões de um cessar-fogo chegam de vários governos e instituições. E o simples fato da visita de Tzipi Livni a Paris deve ser considerado significativo face às inúmeras declarações de dirigentes de Israel de que não interessa um cessar-fogo. Só pode significar que existe a possibilidade e que depende apenas das condições e garantias.
Assim entendo.
O confronto continua com os ataques aéreos de Israel e os contra-ataques do Hamas com mísseis. A história das guerras ensina que até os mais breves intervalos resultam de negociações.
Há uma sutil mudança no vocabulário de ministros de Israel. Não mais falam de acabar com o Hamas, como disseram vários deles em emissoras de televisão durante o dia, pois “é algo que penetrou nos corações dos crentes”. Fala-se de se obter suficientes garantias de que não mais voltariam a ocorre os ataques de mísseis.

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