27/12 - 11:37 - Nahum Sirotsky, correspondente iG em Israel
ISRAEL - A operação israelense era esperada. Portavozes locais dizem que continuará até alcançado o objetivo que é o de calar os ataques de Hassam de Gaza.
Transmissões de emissoras de Gaza dizem que foi uma surpresa, pois havia a convicção de que Israel não atacaria no shabat. Pelo sétimo dia da semana, dia sagrado.
As fotografias de Gaza indicam que maioria das vitimas seria até agora de gente uniformizada. A versão de Gaza é de que muitos civis foram atingidos, o governo da autoridade palestina de Abu Mazen, rompido com o governo do Hamas em Gaza, estaria encaminhando protesto ao conselho de segurança das Nações unidas e intervenção para suspender o ataque.
Sabe-se de manifestações de massas árabes em várias cidades do Oriente Médio. Protestam pelo ataque e existem protestos contra o Egito, que alguns acusam de colaboração com Israel por não ter impedido o ataque.
Foi possível o contato com jornalistas palestinos em Gaza, pois a linha telefônica é da empresa israelense, como energia elétrica e água. São os paradoxos da realidade aqui.
Ja caíram qassams em Israel, causando vitimas, e as previsões são de que os palestinos vão reagir assim que controlarem o ambiente de caos em Gaza. A rádio de Israel cita o Hamas como informando 160 mortos até agora.
O Hamas ameaça atentar contra alvos israelenses por todos os meios e onde for possível. Ameaça contém implícita a ameaça de ações terroristas pelo mundo. Reações do Hezbollah libanês são prováveis, assim como de outras organizações terroristas.

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