21/08 - 10:55hs

Quatro anos após trauma, Mari é a segunda maior pontuadora

Oposta Sheilla marcou 17 pontos; Mari fez um ponto a menos e foi o grande nome da partida contra a China

Gazeta Esportiva

PEQUIM (China) - Uma das jogadoras que mais sofreram depois da inexplicável virada diante da Rússia na semifinal de Atenas-2004, a atacante Mari provou o que sempre fez questão de frisar nos últimos quatro anos: o trauma grego está devidamente enterrado. Na ocasião, ela ficou marcada por ter desperdiçado dois dos cinco match points no quarto set, qual o Brasil chegou a estar vencendo por 24 a 19 com 2 sets a 1 no placar.

Na semifinal desta quinta-feira diante da China, Mari foi a segunda maior pontuadora da partida, com 16 acertos - apenas a oposta Sheilla a superou e marcou um ponto mais. "Não sei nem o que falar", admitiu a empolgada Mari à Tv Globo, logo após a partida.

Ao lado de Paula, ELA destoou de suas companheiras de equipe no começo do jogo e aparentava estar extremamente traquila. Sem ligar para os 18 mil barulhentos torcedores chineses, ela entrou no saque e ajudou a equipe e buscar um placar que estava em 5 a 1. "Passamos por essa semifinal. Agora esta é a prova que conseguimos", ressaltou a atleta.

Os últimos quatro anos foram conturbados para Mari. Em 2005, ela ficou afastada das quadras por conta de um problema congênito no ombro que a obrigou a se submeter a uma operação. Longe de seu ideal, ela voltou à seleção brasileira, mas acabou cortada pelo técnico José Roberto Guimarães após o Pan.

A alegação inicial foi deficiência técnica, mas comenta-se nos bastidores que Mari tenha apresentado problemas disciplinares. De qualquer forma, ela ganhou outra chance do técnico José Roberto Guimarães, que a

As maiores pontuadoras da China foram Yimei Wang e Juan Li, com 10 pontos cada, menos que a outra ponteira do Brasil, Paula Pequeno, dona de 11.

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