Taekwondo

Como arte marcial que é, o taekwondo tem uma tendência a ser dominado por atletas orientais. Nas duas Olimpíadas em que a modalidade esteve presente, efetivamente, 10 das 16 medalhas de ouro se dividiram entre 3 países: China, Coréia do Sul e Taipei. Mas o continente americano tem respondido à altura: foi no taekwondo que países como México e Venezuela fizeram algumas de suas raras incursões no quadro de medalhas em Sydney e Atenas. Cuba é um celeiro de atletas de respeito, e o nome mais famoso do esporte está nos EUA: Steven Lopez, atual bicampeão olímpico e tetra mundial.

PANORAMA BRASIL

E o Brasil, hein?

Nessa história de o taekwondo atravessar fronteiras, o Brasil levou um susto em Atenas-2004, quando de repente dois de nossos atletas estavam na luta pela medalha de bronze: Diogo Silva e Natália Falavigna – que se sagraria campeã do mundo em 2005. Não conseguimos aquelas medalhas, mas agora o taekwondo vai a Pequim já sob mais holofotes (e não só pelas confusões financeiras da confederação), com Débora Nunes (categoria até 57kg) e os medalhistas pan-americanos Márcio Wenceslau (prata na até 58kg) e Falavigna (ouro na acima de 67kg). Diogo Silva, também campeão pan-americano, não conseguiu a vaga.

Confira os atletas brasileiros desta modalidade:

  • Chances de medalhas
    (**) Se os outros vacilarem, pode complicar
    (***) Pode brigar por medalha
  • Márcio Wenceslau (***)
    20/03/1980
    São Paulo – SP
  • Débora Nunes (**)
    19/06/1983
    Porto Alegre – RS
  • Natália Falavigna (***)
    09/05/1984
    Maringá – PR





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