Luta-livre
A luta olímpica pode ser de duas correntes quase iguais: a greco-romana e a livre. A única diferença é que, na primeira, só se pode agarrar o oponente da cintura para cima; na livre, como o nome sabiamente indica, vale o corpo inteiro. Apesar do nome “greco-romano” quem manda mesmo no esporte são as repúblicas da ex-União Soviética. Entre as 18 categorias de peso existentes (7 na livre, 7 na greco-romana e 4 na livre feminina), a Rússia foi quem mais ganhou medalhas de ouro em Atenas-2004 (5) e no Mundial de 2007 (7). Olho também para as garotas do Japão e para os Estados Unidos.
- Quando: 12 a 21 de agosto
- 18 ouros em disputa
- Brasil na disputa de 1 ouros
- Link oficial da Federação
PANORAMA BRASIL
E o Brasil, hein?
Realmente, não é fácil o sujeito decidir, assim de cara, se dedicar a um esporte em que o Brasil não tem tradição alguma. Sem contar a disposição de carregar um lenço na cintura para limpar sangue, suor e lágrimas (dele e do oponente) o tempo todo. Como o Brasil não tem histórico, nossa participação costuma ser limitada. Nunca tínhamos participado dos Jogos até 1988 e, até hoje, foram apenas três atletas – o último Antoine Jaoude, em Atenas. O Pan-2007 mostrou desenvolvimento, com uma prata e dois bronzes, mas não conseguimos as vagas em jogo no Mundial. Para Pequim, Rosângela Conceição será a única representante do País.
Confira os atletas brasileiros desta modalidade:
Chances de medalhas
(*) Está feliz da vida só por ir
.
Rosângela Conceição (*)
07/09/1973
São Paulo (SP)
