Luta-livre

A luta olímpica pode ser de duas correntes quase iguais: a greco-romana e a livre. A única diferença é que, na primeira, só se pode agarrar o oponente da cintura para cima; na livre, como o nome sabiamente indica, vale o corpo inteiro. Apesar do nome “greco-romano” quem manda mesmo no esporte são as repúblicas da ex-União Soviética. Entre as 18 categorias de peso existentes (7 na livre, 7 na greco-romana e 4 na livre feminina), a Rússia foi quem mais ganhou medalhas de ouro em Atenas-2004 (5) e no Mundial de 2007 (7). Olho também para as garotas do Japão e para os Estados Unidos.

PANORAMA BRASIL

E o Brasil, hein?

Realmente, não é fácil o sujeito decidir, assim de cara, se dedicar a um esporte em que o Brasil não tem tradição alguma. Sem contar a disposição de carregar um lenço na cintura para limpar sangue, suor e lágrimas (dele e do oponente) o tempo todo. Como o Brasil não tem histórico, nossa participação costuma ser limitada. Nunca tínhamos participado dos Jogos até 1988 e, até hoje, foram apenas três atletas – o último Antoine Jaoude, em Atenas. O Pan-2007 mostrou desenvolvimento, com uma prata e dois bronzes, mas não conseguimos as vagas em jogo no Mundial. Para Pequim, Rosângela Conceição será a única representante do País.

Confira os atletas brasileiros desta modalidade:

  • Chances de medalhas
    (*) Está feliz da vida só por ir
    .
  • Rosângela Conceição (*)
    07/09/1973
    São Paulo (SP)





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