Hóquei

A aposta de quem entende da modalidade é que os holandeses vão subir mais um degrau nos dois pódios. Depois de perder o ouro em 2004 para a Austrália no masculino e para a Alemanha no feminino, a Holanda vai a Pequim como principal favorita, principalmente depois de a Federação Internacional de Hóquei votar em dois destaques do país, Minke Booij e a atacante Teun de Nooijer, como melhores jogadores do mundo. No feminino, a atração de sempre são as leonas da Argentina – equipe que no país é tão famosa pelo bom jogo quanto pela beleza das integrantes.

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E o Brasil, hein?

O jeito mais fácil para um brasileiro-padrão se apaixonar por hóquei é tentar esquecer que a bola é pequena e acertada por tacos. Fora isso, o jogo é igualzinho ao futebol: 11 contra 11 num campo de grama, ganha quem marcar mais gols e, depois do jogo, o pessoal diz que “o importante foram os 3 pontos”. Só que as semelhanças ainda não nos comoveram: as equipes brasileiras são essencialmente amadoras, e a performance no Pan do Rio deixou isso além de qualquer suspeita. Nossas meninas somaram 53 gols sofridos – incluindo um 21 x 0 contra as argentinas - sem marcar nem unzinho. No masculino, balançamos sim a rede; uma vez. Mas levamos 57.

Não há brasileiros nesta modalidade

  • Por quê?
    A modalidade ainda é amadora no Brasil e nem o time feminino e nem o masculino conseguiram vaga para Pequim.
    Na China, Alemanha é a principal força, tanto no masculino quanto no feminino, mas a Holanda promete dar trabalho.


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