Badminton
É duro para os indonésios admitirem, mas o país já não é mais a terra do badminton. A mão invisível do Estado entrou em ação outra vez e fez da China a maior potência também na arte de fazer a peteca voar. Os chineses já ganharam três das cinco medalhas de ouro em Atenas-2004 e agora são favoritos para ir além, jogando em casa. Já há até gente, como o número 2 do mundo, o malaio Lee Chong Wei, prevendo arbitragens parciais em Pequim. “Todas as marcações vão ser a favor da China. Vai ser difícil”, disse ele, após perder duas finais seguidas em território chinês, lar do número um do mundo, Lin Dan.
- Quando: 9 a 17 de agosto
- 5 ouros em disputa
- Brasil na disputa de 0 ouros
- Link oficial da Federação
PANORAMA BRASIL
E o Brasil, hein?
Quem já tentou bater na peteca para valer confirma: o negócio é mais difícil do que parece, ainda mais considerando o significante detalhe que, num smash, a peteca atinge mais de 300km/h. Guilherme Pardo, bronze nas duplas no Pan do Rio, tinha chance de conseguir uma vaga para a Olimpíada, já tinha ficado perto do objetivo em Atenas-2004, mas mais uma vez não deu e o Brasil vai acompanhar as rápidas jogadas com a peteca apenas das arquibancadas da China.
Não há brasileiros nesta modalidade
Por quê?
Nossa única esperança era Guilherme Pardo, medalha de bronze nas duplas no Pan do Rio. Mas ele não subiu no ranking e o Brasil nã terá representantes em Pequim
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