Badminton

É duro para os indonésios admitirem, mas o país já não é mais a terra do badminton. A mão invisível do Estado entrou em ação outra vez e fez da China a maior potência também na arte de fazer a peteca voar. Os chineses já ganharam três das cinco medalhas de ouro em Atenas-2004 e agora são favoritos para ir além, jogando em casa. Já há até gente, como o número 2 do mundo, o malaio Lee Chong Wei, prevendo arbitragens parciais em Pequim. “Todas as marcações vão ser a favor da China. Vai ser difícil”, disse ele, após perder duas finais seguidas em território chinês, lar do número um do mundo, Lin Dan.

PANORAMA BRASIL

E o Brasil, hein?

Quem já tentou bater na peteca para valer confirma: o negócio é mais difícil do que parece, ainda mais considerando o significante detalhe que, num smash, a peteca atinge mais de 300km/h. Guilherme Pardo, bronze nas duplas no Pan do Rio, tinha chance de conseguir uma vaga para a Olimpíada, já tinha ficado perto do objetivo em Atenas-2004, mas mais uma vez não deu e o Brasil vai acompanhar as rápidas jogadas com a peteca apenas das arquibancadas da China.

Não há brasileiros nesta modalidade

  • Por quê?
    Nossa única esperança era Guilherme Pardo, medalha de bronze nas duplas no Pan do Rio. Mas ele não subiu no ranking e o Brasil nã terá representantes em Pequim
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