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    <title>Último Segundo :: New York Times</title>
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    <description>New York Times</description>
    <language>pt-br</language>
    <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 09:51:59 -0300</pubDate>
    <lastBuildDate>Wed, 18 Nov 2009 09:51:59 -0300</lastBuildDate>
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      <title><![CDATA[Último Segundo :: New York Times]]></title>
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      <title><![CDATA[Compensar carbono serve apenas para aliviar culpa de viajantes, afirmar especialistas]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/18/compensar+carbono+serve+apenas+para+aliviar+culpa+de+viajantes+afirmar+especialistas+9125150.html</link>
      <description>Em 2002 a "Responsible Travel" (Viagem Responsável, em tradução literal) se tornou uma das primeiras companhias de viagem a oferecer aos clientes a opção de comprar os chamados créditos de carbono para compensar as emissões dos vôos, que aquecem o planeta.&lt;P&gt;Mas, em outubro, a Reponsible Travel cancelou o programa dizendo que ainda que ajude os viajantes a se sentir melhor, o programa não resolve o problema das emissões. Na realidade, segundo funcionários da companhia, poderia encorajar algumas pessoas a viajar ou consumir mais.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Compensar as emissões de carbono se tornou uma espécie de pílula mágica, um cartão de passagem livre", disse Justin Francis, diretor gerente da Responsible Travel. "É sedutor para o consumidor que pensa, 'são US$4 e eu fico carbono-neutro, assim posso voar o quanto eu quiser'".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A compensação, ele argumenta, tem distraído as pessoas de fazer mudanças de comportamento mais significativas, como voar menos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A compra de compensação busca cancelar as emissões de carbono geradas por atividades como voar ou aquecer edifícios comerciais levando dinheiro a programas que reduzem emissões em outros lugares, como a plantação de árvores na África ou um projeto de energia hidrelétrica no Brasil.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Um passageiro de linha aérea pode&amp;nbsp;pagar voluntariamente&amp;nbsp;entre US$ 5 e US$ 40 para compensar seu vôo, com o preço relacionado à distância que irá percorrer.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A compensação tem um papel crescente em tornar as viagens mais ecológicas porque as emissões de gás carbônico dos aviões estão crescendo tão depressa e não há nenhuma mudança tecnológica que drasticamente mudaria isso.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Na América, muitos hotéis e linhas aéreas abraçaram tal programa nos últimos anos. Globalmente, programas de compensação se tornaram uma indústria multimilionária.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas tem sido difícil monitorar ou quantificar o potencial de redução das emissões dos milhares projetos verdes financiados pelos pagamentos de clientes e não há nenhum padrão para a indústria.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Alguns especialistas em emissões analisaram e rejeitaram a compensação de viagens aéreas. E alguns peritos dizem que as emissões de viagens aéreas são simplesmente tão grandes que pode ser impossível compensá-las.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Comprar compensações é uma ideia agradável, como dar dinheiro a uma cozinha de sopa é uma idéia agradável, mas não acaba com a fome mundial", disse Anja Kollmuss, cientista do Instituto Estocolmo do Meio-Ambiente, baseado em uma filial da Universidade Tufts.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Comprar compensações não resolverá o problema, porque voar ao redor do modo como nós fazemos é simplesmente insustentável", disse Kollmuss, que pesquisou as compensações de companhias aéreas. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=viagem" target=_top&gt;viagem&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 09:42:59 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/18/compensar+carbono+serve+apenas+para+aliviar+culpa+de+viajantes+afirmar+especialistas+9125150.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[China se mantém firme em principais questões políticas durante visita de Obama]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/18/china+se+mantem+firme+em+principais+questoes+politicas+durante+visita+de+obama+9122097.html</link>
      <description>PEQUIM - Em seis horas de reuniões, dois jantares e durante uma minuciosa coletiva de imprensa de 30 minutos na qual o presidente Hu Jintao não permitiu perguntas, o presidente Barack Obama se deparou com uma China em rápido crescimento e mais disposta a dizer não aos Estados Unidos. &lt;P&gt;Em tópicos como o Irã (Hu não discutiu publicamente a possibilidade de sanções), a moeda corrente chinesa (ele não acenou a possibilidade de mudar seu valor) e direitos humanos (uma declaração conjunta reconheceu que os dois países "têm diferenças"), a China se manteve firme contra a maioria das exigências americanas.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Com a micro-gestão chinesa da circulação de Obama pelo país, a viagem fez mais para mostrar a habilidade da China em contornar a pressão externa do que para avançar os principais assuntos da agenda de Obama, afirmaram os analistas. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;"A China administrou as aparições públicas do presidente Obama, conseguiu que ele fizesse declarações que endossam posições chinesas de importância política para o país e efetivamente silenciou o debate de assuntos contenciosos como os direitos humanos e a política da moeda corrente chinesa", disse Eswar S. Prasad, especialista na China pela Universidade de Cornell. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;"Em um golpe de mestre, eles trocaram a discussão pública sobre os riscos globais representados por sua moeda corrente para os perigos da política monetária desprotegida e das tendências protecionista dos Estados Unidos".&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Autoridades da Casa Branca declararam que conseguiram o que queriam com a viagem - o começo de uma concessão mútua necessária com um gigante econômico em emergência. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Com uma civilização tão antiga quanto a China, eles afirmaram, seria contraproducente - e algo parecido com o estilo do presidente George W. Bush - que Obama confrontasse Pequim de peito aberto e alienasse os chineses. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Obama, as autoridades insistiram, revelou sua posição durante as reuniões privadas. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;"Eu não acho, e eu não posso falar autoritariamente em nome do presidente a respeito disso, que nós pensamos que as águas se abririam e tudo mudaria durante uma viagem de dois dias e meio à China", disse Robert Gibbs, porta-voz da Casa Branca. "Nós entendemos que há muito trabalho a ser feito e continuaremos trabalhando duro para fazer mais progresso." &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Vários especialistas no país notaram que Obama não deixou Pequim de mãos vazias. Os dois países criaram uma declaração conjunta que promete que trabalharão juntos em vários assuntos. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;A declaração pede negociações regulares entre Obama e Hu e que cada um dos lados preste mais atenção às preocupações estratégicas do outro. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;A declaração também promete que eles trabalharão como sócios em assuntos econômicos, em relação ao Irã e à mudança climática. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;q=Obama+na+China" target=_top&gt;Obama na China&lt;/A&gt;&lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 09:22:03 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/18/china+se+mantem+firme+em+principais+questoes+politicas+durante+visita+de+obama+9122097.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Editorial: A fome nos Estados Unidos]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/18/editorial+a+fome+nos+estados+unidos+9122090.html</link>
      <description>O Congresso deveria priorizar a expansão de programas federais de nutrição que buscam ajudar as milhões de famílias com dificuldades em alimentar suas crianças. &lt;P&gt;A necessidade de impulsionar estes programas foi ressaltada novamente esta semana pelo assustador estudo do Departamento de Agricultura que mostra o alto número de lares que não tiveram acesso à alimentação adequada no ano passado. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Estes fatos são bastante problemáticos, mas um estudo federal isolado mostrou que, até mesmo antes da recessão começar, mais de dois terços das famílias com crianças que tinham "insegurança alimentar" sob as diretrizes federais tinham um ou mais membros em empregos de tempo integral. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Isto sugere que milhões de americanos estavam presos em empregos de baixa renda antes da recessão, que dificultava que eles proporcionassem a nutrição adequada a suas crianças. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Famílias foram categorizadas como possuidoras de &amp;nbsp;"segurança alimentar" ou "insegurança alimentar" com base em várias perguntas respondidas a respeito de seus hábitos alimentares nos 12 meses anteriores. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Entre outras coisas, os adultos foram questionados se eles ou qualquer um de seus filhos deixaram de comer porque a família não tinha dinheiro suficiente para comida. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;De acordo com os novos dados federais, o número de pessoas que tiveram um acesso inconsistente à nutrição adequada subiu para 49 milhões em 2008, 13 milhões a mais do que no ano anterior e o número mais alto desde que o governo federal começou a manter os dados há 14 anos. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Cerca de um terço dos lares teve o que os pesquisadores chamam de uma "segurança alimentar muito baixa", &amp;nbsp;significado que membros da família pularam refeições, diminuíram as porções ou recusaram comida a porque faltou dinheiro. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Os outros dois terços conseguiram se alimentar comendo comidas mais baratas ou menos variadas, confiando na ajuda do governo ou recorrendo a cozinhas de sopa, que têm visto uma frequência cada vez maior nos últimos anos. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Famílias com recursos inadequados tipicamente alimentam primeiro as crianças, protegendo-as de sofrimento sempre que possível. Mas os novos dados mostraram que o número de lares nos quais as crianças foram expostas à "insegurança alimentar muito baixa" subiu de 323 mil&amp;nbsp;em 2007 para 506 mil&amp;nbsp;em 2008. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A gestão Bush tentou esconder esta pesquisa anual. Mas o presidente Obama lidou com o assunto abertamente e disse que o perigo para as crianças é especialmente aborrecedor. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Obama, em viagem pela Ásia, prometeu acabar com a fome infantil até 2015. Para fazer isso, o Congresso precisa se ocupar de criar um amplo plano para expandir e pagar por programas nutricionais destinados às crianças em idade escolar e suas famílias.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Apenas assim as crianças mais vulneráveis do país receberão a nutrição que precisam. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=alimenta%E7%E3o" target=_top&gt;alimentação&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 08:37:50 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/18/editorial+a+fome+nos+estados+unidos+9122090.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Diretor de Orçamento recebe críticas ao avaliar proposta para saúde]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/17/quando+o+diretor+do+gabinete+de+orcamento+do+congresso+fala+todos+param+para+ouvir+9120141.html</link>
      <description>WASHINGTON &#x96; A maioria das pessoas nunca ouviu falar de Douglas W. Elmendorf. Mas todas as autoridades de Washington estão esperando para ouvir o que ele tem a dizer. &lt;P&gt;Elmendorf, um gentil economista doutor pela Universidade de Harvard, dirige o Gabinete de Orçamento do Congresso, agência não partidária encarregada de avaliar como uma legislação, como a reforma na saúde proposta pelo presidente Barack Obama, afetaria o orçamento federal. Sua análise detalhada &#x96; na linguagem de &#x93;alto calão&#x94; de Washington &#x96; é um trabalho de adivinhação muito bem instruído, mas é mais ou menos a palavra final, tornando-o um misto de oráculo e juiz em muitos dos grandes temas do dia.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Agora o Congresso está esperando o julgamento de Elmendorf sobre o projeto de saúde que o Senado espera começar em breve. Ele está no centro da análise sobre se a proposta, redigida pelo senador Harry Reid, democrata de Nevada, líder da maioria, em consulta com a Casa Branca, conseguirá alcançar o que promete com o custo proposto. À procura de uma saída favorável, Reid submeteu diversas variações para Elmendorf durante semanas.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Um sinal de positivo de Elmendorf poderia impulsionar o processo, ajudando Obama a realizar seu desejo de tornar a proposta uma lei ainda neste ano. Um sinal negativo sobre qualquer das questões críticas &#x96; quanto custa o plano, quantas pessoas ele cobrirá, se ele irá caminhar de acordo com o crescimento dos gastos na saúde &#x96; poderia manter a Casa Branca e os democratas na luta pelo projeto.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Os democratas, que estiveram em atrito devido seus cálculos, parecem nervosos.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Ele é uma boa pessoa, sabe, mas a forma como avalia os custos e benefícios é muito frustrante&#x94;, disse o senador Christopher J. Dodd, democrata de Connecticut. &#x93;Eles podem lhe dizer o quanto custa uma esteira, mas nunca estão dispostos a calcular os benefícios que ela trará se alguém realmente usá-la, a perda de peso e, como consequência, a redução nos custos do seguro de vida. Então você acaba tendo uma visão unilateral do que é calcular o orçamento&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Elmendorf &#x96; barbudo, de óculos e metodicamente cauteloso &#x96; evita a publicidade e quase nunca aparece na televisão, exceto em audiências ocasionais apresentadas no C-Span (emissora de televisão dos EUA a cabo que faz a cobertura do governo do país em período integral). Ele e sua equipe especialista em números ocupam um apertado quarto andar no prédio do governo, que antes era ocupado pelo arquivo de digitais do FBI. O próprio escritório dele tem uma vista para a autoestrada.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Seu trabalho ganhou respeito em ambos os lados do continente. Ainda assim, há críticos que afirmam que ele dificulta a aprovação da legislação da saúde para os democratas ao usar métodos que tendem a exagerar o custo e subestimar as economias.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Elmendorf disse que ele simplesmente está seguindo a abordagem há muito respeitada da agência, produzindo uma &#x93;análise independente e objetiva&#x94; e &#x93;deixando cada detalhe no lugar onde deve&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Ainda assim, para um homem quieto que pensa cuidadosamente sobre tudo &#x96; ele chamou a futura mulher para ir a um jogo de baseball no primeiro encontro, após chegar à conclusão que os jogos fornecem precisamente atividade suficiente para preencher os intervalos de silêncio na conversa -, o caldeirão fervente do sistema de saúde de Washington é um lugar desconfortável para se estar. Ele é um democrata que deixou a política partidária para se unir ao gabinete de orçamento em janeiro, e ele está aborrecendo seus antigos amigos.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Eu recebo e-mails e leio textos em blogs que me consideram um herói brilhante e também vejo blogs e e-mails dizendo que sou um traidor estúpido, eu aprendi a deixar isso para trás&#x94;, disse ele em uma rara entrevista sobre si mesmo.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Quando o Elmendorf informou ao Congresso, em julho, que o esboço de seus projetos na época não forneceria &#x93;o tipo de mudança fundamental&#x94; necessária para controlar a velocidade dos gastos, os republicanos ficaram estáticos. O &#x93;The Washington Examiner&#x94;, jornal conservador, qualificou Elmendorf como um &#x93;nerd com coragem&#x94;. Os democratas reagiram com alarme. Obama convidou Elmendorf, e outros especialistas, para um encontro na Casa Branca para falar sobre a contenção de gastos, uma mudança que levou os republicanos a acusar o presidente de tentar comprometer a independência de Elmendorf. Peter R. Orszag, diretor de orçamento da Casa Branca (e predecessor de Elmendorf) usou seu blog para falar sobre sua ex-função.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Mesmo um bom perito ocasionalmente pode cometer algum erro&#x94;, disse Orszag em uma entrevista, acrescentando que &#x93;eu fui uma das pessoas que o recomendaram firmemente para me substituir&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Diferente de Orszag, que procurou agressivamente elevar o perfil da agência, Elmendorf, 47, prefere permanecer nos bastidores. Filho de um programador de computador e de uma professora, ele se tornou um economista porque, de acordo com o mesmo, &#x93;era uma forma rigorosa de olhar os problemas sociais&#x94;. Ele tem uma grande experiência política, além de ter trabalhado no Federal Reserve (Fed) e no Departamento do Tesouro, e teve restrições do gabinete de orçamento, durante os debates sobre a saúde na era Clinton, em 1993 e 1994.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Na época, o diretor da agência era Robert D. Reischauer, cujas análises da legislação de Clinton eram tão impopulares entre os democratas que ele foi chamado de um &#x93;gambá na festa do jardim&#x94;. Desde então, tornou-se tradição no gabinete que o novo diretor fosse apresentado com um gambá de brinquedo, e Elmendorf guarda o seu em uma estante do escritório.&lt;/P&gt; &lt;P&gt; Enquanto as análises da agência carregam um grande fardo em Washington, às vezes elas ficam aquém do esperado, e nem todos as aceitam. Jon R. Gabel, integrante sênior do Centro Nacional de Pesquisa de Opinião na Universidade de Chicago, disse que o gabinete de orçamento superestimou o custo da reforma na saúde em três ocasiões, nos anos 1980, quando o Congresso mudou a forma como a Medicare pagava os hospitais; em 1997, quando o Congresso aprovou um ato de orçamento balanceado; e em 2003, quando o Congresso aprovou uma proposta de prescrição de drogas da Medicare.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Os métodos cautelosos do gabinete de orçamento podem ter consequências intencionais&#x94;, escreveu Gabel, levando o &#x93;Congresso a pensar que iniciativas de corte de gastos politicamente impopulares terão, ao menos, efeitos modestos&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;David Cutler, um economista de Harvard e amigo próximo de Elmendorf, concorda. Ele disse que o gabinete estava fazendo um &#x93;desserviço&#x94; ao ignorar indícios de como diminuir a redução de custos. Ele e Elmendorf se conhecem desde quando eram estudantes e Cutler disse que isso está afetando a amizade de ambos.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;É um pouco doloroso&#x94;, disse Cutler, &#x93;o que é triste&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Mesmo ouvindo isso, Elmendorf continua em silêncio, embora sem remorsos. &#x93;Obviamente&#x94;, disse ele, &#x93;não posso levar o Gabinete de Orçamento do Congresso a tomar conclusões apenas para deixar meus amigos pessoais felizes&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Elmendorf disse desejar que não houvesse tanta &#x93;personalização do que o Gabinete faz ao meu redor&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;BR&gt;&lt;EM&gt;Por SHERYL GAY STOLBERG&lt;/EM&gt; &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;q=+reforma+na+sa%FAde" target=_top&gt;reforma na saúde&lt;/A&gt;&lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Tue, 17 Nov 2009 21:27:36 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/17/quando+o+diretor+do+gabinete+de+orcamento+do+congresso+fala+todos+param+para+ouvir+9120141.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Publicidade e preços altos invadem mercado da sustentabilidade]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/17/publicidade+e+precos+altos+invadem+mercado+da+sustentabilidade+9120123.html</link>
      <description>As solicitações têm enchido a caixa de e-mail das pessoas: pague um pouco mais&amp;nbsp;pela eletricidade gerada por&amp;nbsp;energia eólica, 100% limpa. Ou, de acordo com panfletos, compre &#x93;certificados de energia verde&#x94; para compensar suas emissões de gases estufa. &lt;P&gt;Quase um milhão de consumidores de força elétrica adquiriu esse tipo de pagamento voluntariamente, e a o tanto de eletricidade fornecido desta forma quase triplicou desde 2005, em meio à crescente preocupação sobre as mudanças climáticas e a segurança na energia. Mas os participantes são uma minoria distinta, com uma taxa de aquisição de cerca de apenas 2% dos planos das prestadoras de serviço.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;A baixa aquisição levanta uma questão: se a grande maioria dos americanos é a favor de apoiar o governo por energia limpa, como sugerem as pesquisas, por que tantas pessoas estão relutantes em assinar tais planos quando veem o preço extra que terão de pagar?&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Uma das razões é que as pessoas consideram o preço adicional a ser pago alto demais. A energia solar e eólica geralmente custa mais do que a energia gerada por combustíveis fósseis. Enquanto muitas pessoas apoiam o princípio da energia alternativa, elas pessoalmente não querem gastar centenas de dólares a mais por eletricidade, especialmente na situação econômica atual.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Mas na cabeça de algumas pessoas, há outro motivo: será que esses programas realmente resultam em mais criações de projetos de energia renovável? O governo se ateve à questão, e disse que é difícil tirar uma conclusão geral. Os especialistas dizem acreditar que os programas de energia verde funcionam melhor que os outros.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;É um assunto polêmico. Não é um mercado de tamanho único&#x94;, disse Lori Bird, analista sênior do Laboratório Nacional de Energia renovável no Colorado e co-autor do relatório sobre mercados de energia verdade, publicado em setembro.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Ao menos um grande programa já teve problemas com os reguladores. No ano passado, o programa de energia verde da Florida Power and Light, chamado Sunshine Energy, foi fechado pelo Conselho de Serviços Públicos do Estado após uma auditoria descobrir que os centros de energia solar prometidos estavam muito aquém do cronograma. Havia mais de 38 mil consumidores e então o sexto maior do país, de acordo com o laboratório de energia renovável.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;A auditoria também descobriu que a vasta maioria dos pagamentos feitos por proprietários foram direcionados para a administração e marketing.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Nenhuma pessoa sensata teria contribuído com o programa Sunshine Energy se soubessem que aproximadamente 76,4% das contribuições seriam gastas com despesas de administração e marketing ao invés de energia renovável&#x94;, escreveu Nathan Skop, integrante do Conselho de Serviços Públicos da Flórida, em um comunicado sobre a decisão do fechamento.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Eric Silagy, vice-presidente de desenvolvimento da Florida Power and Light, disse em uma entrevista que o programa havia excedido os objetivos da energia renovável. &#x93;Sim, gastamos mais dinheiro na educação dos consumidores, mas não sei como o projeto poderia ser feito de outra forma&#x94;, disse.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;De acordo com o relatório do laboratório nacional, no geral uma média de 19% do dinheiro que as prestadoras de serviços arrecadam com esses programas voluntários vai para promoção e marketing, e os números das prestadoras menores costumam ser bem maiores.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Cerca de um quarto das empresas do ramo no país fornecem programas de energia verde, e a forma como eles são estruturados variam. Na prática, nenhuma prestadora grande fornece 100% de energia renovável para nenhum cliente, porque a eletricidade de todos os tipos de fontes &#x96; carvão mineral, eólica, painéis solares &#x96; se associam em seus diversos fios. As companhias estão essencialmente coletando dinheiro extra, o qual eles prometem usar para dar apoio ao desenvolvimento da energia renovável, uma jogada que os consumidores consideram bem convincente.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Está em questão o que é bom para o planeta&#x94;, disse Mark Renfrow, proprietário de Dalas que começou a pagar cerca de US$ 26 a mais por mês para sua fornecedora de eletricidade, a Direct Energy, pelo fornecimento de 100% de energia eólica.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Tipicamente, os preços adicionais influenciam nos equipamentos das fazendas eólicas e solares por meio da compra e venda de certificados de energia renovável. Muitas delas fornecem esses certificados, que servem para agregar um valor em dinheiro aos benefícios ambientais associados à energia renovável.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Por exemplo, o departamento de energia verde de uma empresa como a Con Edison, de Nova York, deve vender esse produto para seus clientes e então comprar certificados para essa quantidade de energia no mercado aberto. Defensores da energia limpa argumentam que esses pagamentos ajudam a construir novos centros, apesar de saberem que outros fatores, como financiamento bancário, têm papéis mais importantes.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Paul Copleman, porta-voz da Iberdrola Renewables, uma grande fomentadora do ramo, qualificou o sistema de pagamentos voluntários &#x93;como um componente essencial para o financiamento das fazendas eólicas&#x94;, apesar de dizer que nenhum projeto da Iberdrola em particular tenha sido construído para suprir essa demanda voluntária.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Não estipulamos no começo do processo de desenvolvimento uma determinação para construir um projeto que suprisse o mercado voluntário especificamente&#x94;, disse Copleman por e-mail. &#x93;Mas sua presença proporciona flexibilidade e ajuda a melhorar projetos econômicos&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Bob Harmon, chefe do gabinete de inovação da Bonneville Environmental Foundation, grupo sem fins lucrativos de Oregon que administra os pagamentos voluntários de fazendas eólicas e solares, disse que os projetos nos quais ele trabalhou, tipicamente, aumentaram a receita em cerca de 17% por causa desse tipo de pagamento. Além disso, ele acrescentou que essa quantidade representou um salto na margem de lucro da empresa, o suficiente para fazer a diferença na decisão de se um projeto deveria ou não seguir adiante. &#x93;Esse mercado está dando certo, está prosperando, é bom e deveria ser expandido&#x94;, disse Harmon.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Mas alguns defensores dos consumidores de eletricidade argumentam que os pagamentos fazem pouca diferença. Matthew Freedman, integrante da equipe de advogados da Utility Reform Network, grupo de advocacia voltado para o contribuinte na Califórnia, disse que a natureza de curto prazo desses compromissos voluntários com a energia verde significa que eles serão não terão sentido nos projetos de longo prazo como os de fazendas solares e eólicas.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Poucas evidências sugerem que as aquisições dos clientes resultem em quaisquer novas contribuições ao poder renovável&#x94;, disse Freedman.&lt;BR&gt;Os serviços da cidade de Palo Alto, Califórnia, têm a maior porcentagem de alistamento no país, com 21% da participação dos consumidores, de acordo com um estudo do laboratório do governo.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Mas para muitos grupos, mesmo aqueles defensores da sustentabilidade, o alto preço da energia limpa deixou as pessoas pensativas e hesitantes. No começo deste ano, o governo da cidade de Durango, no Colorado, parou de comprar energia renovável de sua fornecedora, economizando US$ 45 mil por ano. A eletricidade limpa custava 40% a mais &#x96; e o administrador da cidade, Ron Leblanc, ficou irritado porque parte desse pagamento foi usada para colocar painéis solares em uma escola de outra cidade.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Pagar um valor adicional para investir em uma comunidade a 28 km de distância foi uma ofensa para muitos de nós&#x94;, disse, acrescentando que Durando estava explorando outras opções para desenvolver energia limpa localmente.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;No Texas, a Austin Energy é a concessionária que mais fornece energia verde no país, comprando eletricidade de fazendas eólicas no leste do Texas. Mas o apetite de seus clientes por energia renovável diminuiu com o aumento dos preços.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;No começo deste ano, ela pretendia vender apenas 1% da carga de energia eólica que fornecia aos consumidores &#x96; sem dúvida porque o programa necessitaria cobrar mais US$ 58 por mês pelo fornecimento de energia a uma casa de uma família americana comum. Isso é bem mais do que nos anos anteriores, o que é resultado de uma combinação de fatores, como o congestionamento das linhas de transmissão no Texas.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Desde então, a concessionária de energia têm cortado os preços, e Roger Duncan, gerente-geral da empresa, disse que a Austin Energy deve começar a mudar seu programa para que os custos da energia verde nos projetos futuros sejam distribuídos entre todos os consumidores &#x96; e não apenas aqueles que pagam valores extras voluntariamente.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Se vamos fazer uma transição para a energia renovável&#x94;, disse Duncan, &#x93;você não pode depender de uma pequena porcentagem de consumidores para realizá-la&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;BR&gt;&lt;EM&gt;Por KATE GALBRAITH&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;q=energia+renov%E1vel" target=_top&gt;energia renovável&lt;/A&gt;&lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:54:14 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/17/publicidade+e+precos+altos+invadem+mercado+da+sustentabilidade+9120123.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Cartógrafos voluntários redesenham mapas digitais]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/17/cartografos+voluntarios+redesenham+mapas+digitais+9120054.html</link>
      <description>SÃO FRANCISCO - As pessoas não sabem, mas quando usam o Google Maps elas podem receber indicações de Rich Hintz.&lt;P&gt;Hintz, um engenheiro de 62 anos que mora em Berkeley, corrigiu a localização de mais de 200 comércios e pontos de interesse em cidades de todo o Estado. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mais longe ainda, ele traçou o mapa de partes do Camboja e do Laos por onde costuma viajar de motocicleta. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Hintz afirma que estes atos de geo-voluntariado são em parte motivados pelo próprio interesse, mas "têm também o apelo de se ajudar o outro", ele disse.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Cartógrafos voluntários de Petaluma ao Paquistão estão se armando com dispositivos de GPS e software de fácil utilização para criar mapas digitais onde antes não havia um, ou consertar os erros e acrescentar informações aqueles que já existem. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Como contribuidores da Wikipédia antes deles, os cartógrafos estão democratizando um campo que antes era domínio exclusivo de profissionais e especialistas. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;E a informação que eles colhem está se tornando cada vez mais valiosa conforme mais pessoas confiam em dispositivos móveis para descobrir o que está ao seu redor. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;As pessoas têm contribuído com informação para os mapas digitais há algum tempo, usando ferramentas online para construir apresentações sobre estatísticas de crime, aluguéis de apartamento ou as melhores rotas para bicicletas. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Agora elas estão criando e editando os mapas de ruas subjacentes, rodovias, rios e litorais.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Isso está mudando a dinâmica de uma indústria que é dominada por um punhado de companhias de cartografia digitais como Tel Atlas e Navteq. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O Google, por exemplo,&amp;nbsp;tem cada vez mais abandonado estes provedores de mapa tradicionais e passado a depender de voluntários para criar mapas digitais de 140 países, incluindo Índia, Paquistão e Filipinas - que são mais completos do que muitos mapas criados profissionalmente. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;No mês passado o Google abandonou dados da Tele Atlas de seus mapas dos Estados Unidos, optando por depender de dados governamentais e outras fontes, como atualizações de usuários.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Eles cobrem áreas que os sujeitos da cartografia profissional não cobrem", disse Mike Dobson, consultor do setor de cartografia que trabalhou com a Rand McNally. "Isso pode causar muitas mudanças no setor".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=internet" target=_top&gt;internet&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:53:03 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/17/cartografos+voluntarios+redesenham+mapas+digitais+9120054.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[49 milhões de americanos relatam falta de alimentação adequada]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/17/49+milhoes+de+americanos+relatam+falta+de+alimentacao+adequada+9120053.html</link>
      <description>WASHINGTON - O número de americanos que moram em lares nos quais falta acesso consistente à uma alimentação adequada&amp;nbsp; aumentou no ano passado, chegando a 49 milhões - o índice mais alto desde que o governo começou a analisar o que chama de "insegurança alimentar" há 14 anos, relatou o Departamento de Agricultura na segunda-feira.&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/11/16/em+roma+lula+diz+que+fome+parece+invisivel+para+governos+9105059.html" target=_top&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;Em Roma, Lula diz que fome parece invisível para governos&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/11/16/cupula+da+fao+se+compromete+a+erradicar+fome+sem+definir+prazo+9108946.html" target=_top&gt;Cúpula da FAO se compromete a erradicar fome sem definir prazo&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;A href="javascript:window.open('http://images.ig.com.br/infograficos/FAOPT1611/index1.html','','width=900,height=550,top='+(window.screen.height/2-550/2)+',left='+(window.screen.width/2-900/2)+',scrollbars=no');void 0"&gt;&lt;IMG src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/pfome_luisa.jpg"&gt; &lt;BR&gt;&lt;FONT size=1&gt;Clique para ver o infográfico sobre a fome no mundo&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/CENTER&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;BR&gt;O aumento, de 13 milhões de americanos, foi muito maior do que as previsões dos mais pessimistas a respeito das tendências da fome no país.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Cerca de um terço destes lares sofreu o que os pesquisadores chamam de uma "segurança alimentar muito baixa", a mais severa forma medida pela pesquisa, significando que a falta de dinheiro fez com que muitos membros da família pulassem refeições, diminuíssem as porções ou até mesmo deixassem de comer em algum momento ao longo do ano. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Os outros dois terços geralmente tiveram o suficiente para comer, mas apenas por comprar alimentos mais baratos e menos variados, dependendo da ajuda de cupons de descontos governamentais ou realizando refeições em abrigos comunitários e cozinhas de sopa.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Estes números são uma alerta para o país", disse o Ministro da Agricultura Tom Vilsack. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O que atraiu a atenção das autoridades foi o número de lares nos quais as crianças enfrentam uma "segurança alimentar muito baixa": de 323 mil no ano anterior, para 506 mil. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O presidente Barack Obama, que prometeu acabar com a fome infantil antes de 2015, divulgou uma declaração diretamente da Ásia, onde se encontra em viagem, dizendo que as descobertas são "particularmente assustadoras".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Embora os pesquisadores do Departamento de Agricultura não usem a palavra "fome", Obama o fez. "A fome aumentou significativamente no ano passado", ele disse. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Os analistas afirmam que o principal motivo para o crescimento foi o aumento na taxa de desemprego, de 4.9% no final de 2007 para 7.2% ao término de 2008. Uma vez que o índice agora é de 10.2%, a pesquisa pode abrandar o número total de americanos que lutam para conseguir uma alimentação adequada.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Os problemas para se conseguir comida são maiores nos lares mantidos por mães solteiras. Cerca de 37% delas informaram alguma forma de insegurança alimentar em comparação a 14% dos lares com pais casados. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Cerca de 29% dos lares hispânicos informaram insegurança alimentar, em comparação a 27% dos lares negros e 12% dos lares brancos. Os problemas mais sérios prevalecem no Sul do país, seguido igualmente pelo Oeste e Centro Oeste. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Alguns conservadores atacaram a metodologia da pesquisa, dizendo que é difícil definir o que é medido por ela. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Poucas destas pessoas passam fome", disse Robert Rector, analista da conservadora Fundação Heritage. "Quando elas perdem seus empregos, elas restringem o tipo de comida que compram. Isso é lamentável, mas está longe de ser uma crise de fome".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=fome" target=_top&gt;fome&lt;/A&gt; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:47:31 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/17/49+milhoes+de+americanos+relatam+falta+de+alimentacao+adequada+9120053.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Presidente chilena encerra mandato em alta]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/17/presidente+chilena+encerra+mandato+em+alta+9120052.html</link>
      <description>SANTIAGO, Chile - No começo, não foi fácil para Michelle Bachelet romper a barreira do gênero na América do Sul.&lt;CENTER&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Reuters&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 400px; HEIGHT: 280px" alt="Bachelet discursa na cúpula da FAO sobre a fome, em Roma, nesta segunda-feira" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/130/130/29/7180462.michelle_bachelet_mundo_280_399.jpg" &gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Bachelet discursa na cúpula da FAO sobre a fome,&lt;BR&gt;em Roma, nesta segunda-feira&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/CENTER&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Em 2006, ela atraiu a atenção mundial ao se tornar a primeira mulher a ser eleita presidente deste país profundamente conservador. E ela o fez sozinha, sem um marido famoso para impulsionar sua eleição, como outras mulheres que se tornaram presidentes na América Latina. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas um mês após assumir o cargo, Bachelet enfrentou grandes manifestações estudantis por todo o país. Depois, seu apoio despencou quando um novo sistema de transporte público se tornou caótico, levando os críticos a retratá-la como um ônibus municipal seguindo em direção a um penhasco. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Havia a distinta impressão de que ela não estava no controle", disse Marta Lagos, diretora da Market Opinion Research International, uma companhia de pesquisas do Chile.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas com pouco menos de cinco meses para o final de seu mandato, Bachelet tem cada vez mais chances de ser lembrada como um dos líderes mais populares do seu país. Pesquisas realizadas este mês mostram que seu índice de aprovação está acima de 70% e nas últimas semanas ele atingiu os níveis mais altos desde que o Chile passou da ditadura à democracia, em 1990.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Analistas e pesquisadores atribuem essa surpreendente reviravolta à forma como ela lidou com a economia durante a crise financeira e sua decisão de economizar bilhões de dólares dos lucros com a venda de cobre durante o último período de alta da mercadoria. Essa agressiva economia deu ao país a verba necessária para a reforma da previdência e o ambicioso programa de Bachelet para proteção social destinado a mulheres e crianças.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Bachelet está entre os poucos líderes da América Latina, incluindo o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, cuja forma como lidaram com a crise financeira apenas fortaleceu sua popularidade. Tanto o Brasil quanto o Chile estão emergindo da recessão, com o governo chileno afirmando que sua economia crescerá 5% no próximo ano.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Bachelet, mãe solteira de três filhos e agnóstica confessa em um país que legalizou o divórcio há apenas cinco anos, rompeu o molde dos políticos tradicionais chilenos nesta fortaleza católica romana. No começo, ela disse, a elite política tentou retratá-la como fraca e desrespeitosa em relação ao cargo de presidente.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Este foi um importante desafio nos primeiros anos", disse Bachelet, 58, em uma entrevista recente. "Eu me arrisquei", ela acrescentou, "a exercitar a liderança sem perder minha natureza feminina".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Agora, com as eleições presidenciais chilenas a menos de dois meses de distância e um limite de mandatos que impede sua candidatura, candidatos rivais lutam para conseguir uma foto ao lado dela.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Seu estilo não ortodoxo deixou uma marca na cultura política do país, segundo analistas. "Ela fez coisas que não são consideradas presidenciais aos olhos da instituição chilena", disse Lagos. "É muito difícil voltar atrás. Ela aproximou a presidência do povo".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=us_content&amp;amp;o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;first_o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Michelle%20Bachelet%20" target=_top&gt;Michelle Bachelet&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:38:15 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/17/presidente+chilena+encerra+mandato+em+alta+9120052.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Editorial: O futuro das crianças imigrantes é o futuro da América]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/17/editorial+o+futuro+das+criancas+imigrantes+e+o+futuro+da+america+9115091.html</link>
      <description>Há cerca de 16 milhões de crianças nas famílias imigrantes nos Estados Unidos - um dos segmentos de mais rápido crescimento da população americana. &lt;P&gt;Esta é uma história antiga que foi renovada pela globalização, quando nas últimas décadas enormes deslocamentos humanos geraram uma imigração que não era vista desde os anos de Ellis Island. Mas o país, que sempre foi bom em integrar os novos americanos, se vê diante de um problema.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Esta é a conclusão dos professores Marcelo e Carola Suarez-Orozco, pesquisadores do Instituto de Estudos Avançados de Princeton e co-diretores de estudos de imigração da Universidade de Nova York. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Eles fazem pesquisas básicas sobre a imigração desde há mais de 20 anos, cinco deles estudando 400 crianças da China, Haiti, República Dominicana, América Central e México.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Os resultados de sua pesquisa, divulgados este mês, mostram os efeitos do que Marcelo Suarez-Orozco chama de "a era da vertigem global". &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O deslocamento gera inúmeras dificuldades, a começar pela separação familiar. Quase metade das crianças estudadas havia perdido o contato com um ou ambos os pais, seja por causa da imigração ou de divórcio ou morte.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Geralmente é o pai que se ausenta por longos períodos ou permanentemente. Para 49% das crianças da América Central, a separação durou mais de cinco anos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;As crianças de famílias separadas eram, talvez não surpreendentemente, mais propensas a demonstrar sinais de depressão. Estes sintomas são frequentemente acompanhados pela pobreza, isolamento e - apesar de um período inicial de esperança e compromisso - um fraco desempenho acadêmico. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Crianças imigrantes se atrasam a dominar o inglês acadêmico padrão, passaporte para a faculdade e um futuro melhor. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Enquanto as habilidades das crianças nativas com o idioma aumentam gradativamente, a das imigrantes permanecem baixas: mais de três quartos das crianças estudadas tiveram menos dos 85% necessários na proficiência inglesa.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Claramente existe a necessidade de políticas e programas que apoiem os pais imigrantes e as crianças, mas a realidade é tão aleatória e tênue quanto a vida destas crianças. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Milhões crescem em famílias mistas, com alguns membros vivendo ilegalmente no país, outros não. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Projetos de lei para ajudar as famílias imigrantes com um caminho para a legalização foram rejeitados repetidamente no Congresso e reformas em pequena escala como o Ato do Sonho, um caminho para faculdade ou para as forças militares para os filhos de imigrantes ilegais, foram bloqueados durante anos. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Novos investimentos na educação do idioma, da cidadania e de programas pré e pós-escolares foram prejudicados pela crise econômica, políticas imigratórias severas e falta geral de atenção ao problema.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Este é o grande desafio esquecido no debate sobre a imigração. Os filhos dos imigrantes são americanos. "Eles" são como "nós", um grupo de recém-chegados que preencherão o buraco demográfico deixado para trás quando a geração baby boom desvanecer. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Seu futuro é o futuro dos Estados Unidos. O trabalho de integrá-los não está apenas inacabado, mas de certa forma nem começou. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=imigra%E7%E3o" target=_top&gt;imigração&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 17 Nov 2009 13:13:25 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/17/editorial+o+futuro+das+criancas+imigrantes+e+o+futuro+da+america+9115091.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Após sono medieval, o Iêmen encontra seus sonhos arquitetônicos]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/16/apos+sono+medieval+o+iemen+encontra+seus+sonhos+arquitetonicos+9105148.html</link>
      <description>SANA &#x96; Faz quase 800 anos desde que a casa de Saleh Qaid Othaim no centro da Cidade Antiga foi construída com pedras cortadas manualmente e&amp;nbsp;a decoração tradicional&amp;nbsp;de alabastros. &lt;CENTER&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;NYT&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 400px; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/39/39/39/7173357.us_iemen_mundo_266_399.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Operários transportam tijolos para a reforma de um prédio &lt;BR&gt;tradicional da Antiga Cidade de Sana&lt;/FONT&gt; &lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/CENTER&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Ainda assim, em uma manhã recente, Othaim assistia com contentamento um grupo de homens que reformavam o local usando exatamente os mesmos antigos métodos e materiais. Os trabalhadores misturavam um material de construção marrom-chocolate, conhecido como &#x93;teen&#x94;, enquanto um mestre de obras os supervisionava, com um punhal pendurado em seu cinto. Não havia andaimes, capacetes, nem o barulho de máquinas: apenas o som de espátulas raspando e da alvenaria, posteriormente interrompidos pelo convite à oração feito pelo ar deserto.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Não me importa o quanto vai demorar&#x94;, disse Othaim, um funcionário público. &#x93;A coisa mais importante é que seja feito da maneira tradicional&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A Antiga Cidade da capital é uma das preciosidades da arquitetura mundial, um emaranhado sobrenatural de torres medievais com ornamentos brancos e janelas de vidro tingido. Mas, mais incomum do que sua mera sobrevivência é o fato de essa construção artística tradicional continuar em desenvolvimento.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Preservação&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Em outros locais do Oriente Médio, muitas casas antigas são derrubadas para dar lugar a prédios imensos de aço e vidro. Há um incentivo para que Beirute e outras cidades tenham uma paisagem moderna como Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com arranha-céus que parecem importados do exterior para o Golfo Pérsico.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O Iêmen é diferente. Com todas as suas angústias &#x96; guerras, crise de água e a retomada da Al-Qaeda &#x96; o vínculo do país com as tradições antigas frequentemente representam um refúgio. Mesmo fora da Antiga Cidade, o estilo e símbolos da arquitetura medieval iemenita podem ser vistos em muitos prédios e casas novos, junto com janelas translúcidas de alabastros conhecidas como &#x93;gammariyas&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;As tradições permanecem vivas principalmente por causa da profunda miséria do Iêmen e de seu longo isolamento. Até 1962, o norte do Iêmen era dominado há um milênio por imãs xenófobos que tentavam impedir qualquer influência do exterior. O país perdeu a maior parte da fase da urbanização na história árabe, durante a qual reis e presidentes derrubavam vizinhanças e mercados em um esforço para trazer suas nações à era moderna. No começo dos anos 1990, quando o Iêmen ainda emergia de seu sono medieval, a preservação já estava na moda.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Havia muito para se preservar. O país é famoso por sua arquitetura única desde que os sebeus construíram o palácio arranha-céu de Ghumdan há 1.800 anos, celebrado por um poeta medieval:&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Ascende, subindo até o meio do céu&lt;BR&gt;vinte andares de uma altura respeitável&lt;BR&gt;vestindo de turbante uma nuvem branca&lt;BR&gt;e cercado de alabastros.&#x94; (em tradução livre)&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Vantagens&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Ao redescobrir a Antiga Cidade, logo os arquitetas perceberam que havia mais do que beleza em questão. As casas tradicionais também são mais duráveis e eficientes do que as casas modernas de concreto e se adequam melhor ao clima.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;As casas tradicionais têm muitas vantagens em relação ao ambiente&#x94;, disse Abdulla Zaid Ayssa, diretor do gabinete do governo que supervisiona reformas e construções na Cidade Antiga.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;NYT&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 400px; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/40/40/40/7173358.us_iemen_mundo_266_399.jpg" &gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;FONT size=1&gt;Operário descansa em construção na Antiga Cidade de Sana &lt;/FONT&gt;&#xD;
&lt;P&gt; &lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/CENTER&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O gesso tradicional não corrói as pedras com o tempo, como o cimento, disse Ayssa, e é mais durável. O &#x93;qadad&#x94;, isolamento feito de pedra usado em telhados e banheiros, é mais forte do que seus equivalentes modernos. As pedras antigas e técnicas de isolamento são compatíveis com as grandes mudanças de temperatura do dia para a noite no clima desértico de Sana. Então o calor do sol pode penetrar totalmente pelas paredes das casas apenas no fim do dia, e então é retido nela somente durante a noite, disse Ayssa. Eles também são estruturas à prova de som melhores do que o concreto, e garantem mais privacidade. &#xD;
&lt;DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Eles fizeram experimentos por centenas de anos para encontrar essas técnicas&#x94;, disse Ayssa. &#x93;Em comparação, atualmente construímos casas com um conceito muito estúpido&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Reforma&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O Iêmen não preserva tudo. Apenas há algumas décadas, havia dez ou 12 portas maciças que davam para a Cidade Antiga. Atualmente, resta apenas uma. Alguns republicanos fervorosos associaram a antiga arquitetura com o reino dos imãs, e pensaram que ela deveria ser destruída.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas ainda assim, o Iêmen preserva muito mais do que outras cidades árabes. E, em 1986, a UNESCO, agência cultural da ONU, reconheceu a Cidade Antiga como Patrimônio Mundial, ajudando a garantir financiamento para sua manutenção. O gabinete de Ayssa ajuda a subsidiar o uso contínuo dos materiais e métodos tradicionais, que geralmente custam mais do que os modernos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Para evitar que a Cidade Antiga se torne um museu, o governo construiu um sistema de esgoto moderno nos anos 1980. Colocou paralelepípedos nas ruas de terra, levando um escritor italiano a chamá-la de &#x93;Veneza da poeira&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Legado histórico&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Agora, o lugar está quase lotado, e as autoridades se viram lutando para adequar a arquitetura da cidade ao estilo de vida atual. O piso do chão que antes era usado por camelos e bodes foram remodelados como lojas. E elas estão prejudicando o mercado central e o centro cultural e social da Antiga Cidade. Ainda assim, moradores locais parecem vinculados à arquitetura tradicional e aos rituais ligados a ela.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Tudo está mudando na cidade, mas ainda assim, geração após geração, ela (a arquitetura) permanece&#x94;, disse Mahmoud Qais al-Arousi, construtor de 65 anos, enquanto assistia seus operários misturando materiais do lado de fora da casa de Othaim. Ele mostra que a construção ainda tem marcas nas pedras das esquinas de onde as carruagens levadas por cavalos passavam. O local já foi habitado por Nasser Salahuddin, homem notável que morreu há 720 anos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Arousi estava com seus três filhos, todos aprendizes. Os negócios de construção estão em sua família há centenas de anos, disse ele, e seus filhos planejam continuá-lo.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Eu aprendi seguindo cada passo que meu pai dava &#x96; as pedras, os &#x91;hizams&#x92;&#x94;, disse Arousi, referindo-se ao distinto cinturão horizontal que cerca as casas iemenitas. &#x93;Meus filhos estão fazendo o mesmo&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt; &lt;BR&gt;&lt;EM&gt;Por ROBERT F. WORTH&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt; &lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;q=+I%EAmen" target=_top&gt;Iêmen&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 16 Nov 2009 20:47:23 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/16/apos+sono+medieval+o+iemen+encontra+seus+sonhos+arquitetonicos+9105148.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Comentário: perdas causadas pelo desmatamento afetam o mundo todo]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/16/comentario+o+que+e+perdido+com+o+desmatamento+e+sentido+no+mundo+todo+9105145.html</link>
      <description>BELEM &#x96; &#x93;Um milhão de dólares?&#x94; A pergunta foi feita com olhos arregalados e uma voz incrédula. Quem a fez foi Antonio Waldez Goes da Silva, governador do Estado brasileiro do Amapá, que tem o maior parque nacional do mundo. Eu tinha acabado de contar a ele sobre um artigo que foi publicado recentemente&amp;nbsp;no &#x93;The Hill&#x94;, jornal do Congresso,&amp;nbsp;informando que o&amp;nbsp;custo total para manter um soldado norte-americano no Afeganistão por um ano era de&amp;nbsp;um milhão de dólares. &lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;A href="http://tck.ig.com.br/" target=_top&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;Participe da luta pelo acordo climático&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;FONT color=#000000&gt; &lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/conferenciaclimatica/" target=_top&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;Veja o especial sobre a cúpula de Copenhague&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/FONT&gt; &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/11/comentario+caminhoes+trens+e+arvores+9068969.html" target=_top&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;Thomas L. Friedman: o desmatamento e as emissões de carbono&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;BR&gt;Eu perguntei ao governador: e se nós tirássemos&amp;nbsp;apenas um soldado do Afeganistão e lhe entregássemos esse&amp;nbsp;dinheiro? O que você compraria? Waldez Goes ficou meio perturbado e disse: &#x93;se você tirasse três soldados do Afeganistão, seria o suficiente para eu manter a Universidade Estadual do Amapá por um ano, então 1.400 estudantes poderiam fazer cursos diferentes sobre desenvolvimento sustentável na Amazônia&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Certo, eu sei. Seria um pouco errado pegar o orçamento de uma guerra e propor que ele não fosse gasto&amp;nbsp;com o&amp;nbsp;combate, mas em escolas e parques. E realmente temos inimigos reais. Algumas guerras devem ser lutadas, não importa o quanto custem. Mas esse tipo de comparação ainda nos faz lembrar de que nosso debate sobre o Afeganistão não é vazio. Temos que discutir o tema e também&amp;nbsp;há outros projetos atuais igualmente importantes que demandam fundos, como meu colega Nick Kristof apontou ao se referir ao sistema de saúde.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Bem, se os EUA irão assumir o fardo simples&amp;nbsp;de ajudar a Ásia Central, digamos que a China pudesse pegar uma parte da responsabilidade de salvar o que restou da Amazônia e das outras grandes florestas tropicais do mundo. Será que o presidente Barack Obama poderia propor essa ideia em Pequim?&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Um grupo de trabalho intergovernamental pela salvação das florestas tropicais estima que com cerca de US$ 30 bilhões poderíamos reduzir 25% do desmatamento em lugares como Brasil, Indonésia e Congo até 2015. Depois disso, o financiamento do mercado de carbono global e os próprios recursos dos países poderiam salvar a maior parte do resto. A China agora tem US$ 2,2 trilhões em reserva. Então, Pequim? Por que você não toma uma atitude e fornece alguns bens públicos para o mundo pelo menos uma vez &#x96; e não porque haveria um benefício direto, mas sim&amp;nbsp;por que isso tornaria o mundo um lugar melhor para todos?&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Claro, os EUA ainda liderariam os esforços. Mas os dias da China como poluente deveriam acabar. Ela deveria pagar pelo seu quinhão &#x96; e mais um pouco &#x96; já que se beneficia de cada parte dele tanto quanto os EUA, Europa e Japão. De fato, a Fundação da ONU estima que, como as florestas tropicais representam um grande estoque de carbono &#x96; liberado ao se derrubar árvores &#x96;, se apenas parássemos o desmatamento, atingiríamos uma boa parte da redução de emissões de carbono prevista para&amp;nbsp;ser obtida até&amp;nbsp;2020.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;E os países em desenvolvimento ricos em florestas, como o Brasil, já estão prontos para fazer sua parte porque dependem da água fornecida pelas florestas para a agricultura e da geração de energia, e porque eles veem um novo modelo de crescimento com base no capital natural&#x94;, disse Glenn Prickett, vice-presidente sênior da Preservação Internacional, que me acompanha nesta viagem pelo país. &#x93;O Brasil desenvolveu suas vontades científicas e políticas, e regras básicas e instituições para a preservação de suas florestas. No entanto, o que falta para o Brasil e outros países com florestas tropicais como a Indonésia são fundos para alavancar esse novo modelo econômico&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Eu fiquei impressionado&amp;nbsp;com a&amp;nbsp;quantidade de bases de construção para um &#x93;capitalismo natural&#x94; que Waldez Goes &#x96; cujo Estado se situa na entrada da Amazônia &#x96; está colocando em prática para tornar possível uma economia com base na preservação da floresta tropical ao invés do desmatamento da mesma. Ele está criando áreas florestais protegidas, melhorando a produtividade das terras que já foram desmatadas para que os fazendeiros não precisem de ainda mais, e estabelecendo direitos de propriedade para as terras da Amazônia, que são uma bagunça jurídica, abrangendo as terras oeste e se livrando de investidores&amp;nbsp;em agricultura sustentável.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Waldez Goes já protege 75% da floresta tropical de seu Estado. Ele já promulgou leis e criou um colégio técnico voltado para o ensino do corte de árvores de maneira sustentável, ecoturismo, desenvolvimento medicinal e produtos cosméticos provenientes de plantas das florestas tropicais. Mas ele precisa de fundos para implementar e monitorar esse projeto em escala,&amp;nbsp;para então provar que &#x93;o capitalismo natural&#x94; pode fornecer mais do que sua versão extrativista.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Eu sou filho de um seringueiro&#x94;, explica. &#x93;Nasci e fui criado na mata, então mesmo antes de me tornar político eu tinha uma grande ligação com a natureza&#x94;. O mundo está seguindo este &#x93;caminho implacável de um&amp;nbsp;desenvolvimento que gera poluição, degradação e desmatamento&#x94;. Ele e outros brasileiros querem provar que&amp;nbsp;é possível fazer ainda&amp;nbsp;melhor ao se unir &#x93;a preservação ao desenvolvimento&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;As florestas tropicais representam cerca de 5% da superfície da Terra, mas abriga 50% das espécies de vida. A Preservação Internacional tem um mote: &#x93;o que é perdido lá fora, é sentido aqui dentro&#x94;. Se perdermos o que resta da Amazônia, todos sentiremos os efeitos climáticos, a mudança nas chuvas e a perda da biodiversidade que enriquece nosso mundo. O Brasil parece pronto para fazer sua parte. Mas e nós? E a China?&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;EM&gt;Por THOMAS L. FRIEDMAN&lt;BR&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Amaz%F4nia" target=_top&gt;Amazônia&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 16 Nov 2009 18:16:58 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/16/comentario+o+que+e+perdido+com+o+desmatamento+e+sentido+no+mundo+todo+9105145.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Maconha é descriminalizada em estação de ski americana]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/16/maconha+e+descriminalizada+em+estacao+de+ski+americana+9104972.html</link>
      <description>BRECKENRIDGE, Colorado - As festas ao ar livre fazem parte da tradição do ski. Nelas, álcool e as drogas ilícitas se misturam há anos nas alturas das montanhas dos Estados Unidos. &lt;P&gt;Mesmo antes desta cidade votar a favor da descriminalização da posse de pequenas quantidades de maconha, uma das camisetas de maior sucesso na loja Ernie, na rua principal, demonstrava o que significa viver e curtir a vida a 9,600 pés. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Cara", diz a camisa, "eu acho que a cidade inteira está chapada".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas o que a lei sobre a droga pode significar para a cultura e economia local, bem como seu possível impacto na indústria de turismo caso mais cidades de ski sigam o exemplo de Breckenridge, se tornou parte do debate conforme as pessoas observam os céus a espera de neve. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O líder do grupo que organizou a petição que conduziu ao pleito, o Sensible Colorado, disse que Breckenridge, onde 71% dos eleitores aprovaram a medida a favor da maconha no plebiscito, é a primeira cidade em uma estratégia municipal que quer tomar conta do Estado alguns anos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Esforços locais estão se organizando em outras duas cidades do Colorado, segundo o fundador e presidente do grupo Sean T. McAllisterem, Durango e Aspen. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Depois da eleição, disse McAllister, pessoas de Montana e Washington entraram em contato pedindo conselhos para suas próprias iniciativas eleitorais. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leis estaduais e federais ainda veem a posse de maconha como um algo ilegal, mas os moradores dizem que o policiamento local não é prioridade para estas agências.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Carly Grimes , porta-voz da Câmara de Comércio de Breckenridge, disse ter pensado que por causa das outras leis, pouco poderia mudar.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas segundo ela, outros membros da câmara temiam as percepções - que o estatuto pudesse enviar uma mensagem de tolerância das drogas, afastando famílias de turistas, que permanecem a base econômica fundamental da cidade. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Aqui não vai se tornar uma pequena Amsterdã", ela disse, se referindo à capital holandesa, símbolo internacional do uso libertário das drogas. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=maconha" target=_top&gt;maconha&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 16 Nov 2009 10:25:26 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/16/maconha+e+descriminalizada+em+estacao+de+ski+americana+9104972.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Egito usa "gripe suína" para estabelecer projeto antifumo]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/16/egito+usa+gripe+suina+para+estabelecer+projeto+antifumo+9104971.html</link>
      <description>CAIRO - Qualquer um que tenha passado algum tempo em um táxi, restaurante, escritório, lounge, café, lanchonete ou universidade do Cairo, ou mesmo no zoológico, sabe como o fumo é onipresente na cidade.&lt;P&gt;"Há um movimento contra o tabaco em todo o mundo", disse Ehab Assad, autoridade responsável pelo controle do tabaco no Ministério da Saúde egípcio. "Nós não podemos ficar longe disto."&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Assad disse que, como primeiro passo, o governo&amp;nbsp;proibiu o shisha, ou cachimbo d'água, em cafés do mercado Khan El-Khalili no mês passado.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas poucos minutos depois que o governo divulgou a proibição, os falcoeiros partiram para cima dos turistas com cardápios repletos de substitutos para o shisha.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Eles vendiam cigarros de maçã, laranja, limão e cereja, cujo pacote custa 10 libras egípcias, ou cerca de US$ 1,80. Este foi o resultado inicial do esforço antifumo.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Não vai funcionar", disse Ahmed Mabrouk, 28, dando um trago longo e demorado em um cachimbo d'água no histórico El Café de Fishawy, localizado nas sinuosas ruelas do mercado Khan. "As pessoas amam fumar o shisha".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O shisha, trazido ao Egito pelo Império Otomano, existe no país há cerca de 200 anos, um nanosegundo para uma sociedade antiga, mas longo o bastante para ter sido abraçado como parte da cultura local.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Pessoas pobres fumam nas ruas e em ruelas; pessoas ricas se sentam em cafés e restaurantes.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Em 2007, o parlamento proibiu o fumo em lugares públicos. A lei nunca foi colocada em prática. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Por isso, neste ano as autoridades sanitárias decidiram apelar ao principal poder do Egito: o Partido Democrático Nacional, do presidente Hosni Mubarak.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Assad e seu supervisor, Sahar Latif, que é o secretário geral do Programa Nacional de Combate a Fumo, disseram ter enviado uma carta ao partido em busca de apoio político. O partido cumpriu. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Para isso, uma etsratégia única foi adotada como forma de persuadir as pessoas a abandonarem seus cachimbos. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Enquanto o país estava em pânico por causa da gripe suína, causada pelo vírus H1N1, o governo disse às pessoas que o shisha seria proibido para prevenir a expansão da influenza.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Se você lhes disser que o shisha é prejudicial, eles dizem 'até logo mais'",&amp;nbsp; disse Assad disse. "Mas todos estão tão preocupados com o H1N1, que se dissermos que o vírus é transmitido no cachimbo, eles abandonam o hábito".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Verdade?&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Bem", disse Mabrouk, sacudindo a mão de maneira impertinente e fumando seu cachimbo no El Café de Fishawy.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Egito" target=_top&gt;Egito&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 16 Nov 2009 10:22:43 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/16/egito+usa+gripe+suina+para+estabelecer+projeto+antifumo+9104971.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Na luta contra mudança climática, Obama está de mãos atadas]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/16/na+luta+contra+mudanca+climatica+obama+esta+de+maos+atadas+9104956.html</link>
      <description>WASHINGTON - O presidente Barack Obama assumiu o cargo prometendo acabar com oito anos de inércia em relação à mudança climática, colocados em prática pelo ex-presidente George W. Bush, e durante todo o ano ele prometeu que os Estados Unidos liderariam um acordo global em Copenhague no próximo mês para lidar com o aquecimento do planeta. &lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/conferenciaclimatica/2009/11/15/lideres+mundiais+defendem+adiamento+de+acordo+final+sobre+clima+9093979.html" target=_top&gt;Líderes mundiais defendem adiamento de acordo final sobre clima&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/conferenciaclimatica/2009/11/15/franca+ve+eua+como+maior+barreira+a+acordo+climatico+9093987.html" target=_top&gt;França vê EUA como maior barreira a acordo climático&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas neste fim de semana, em Cingapura, Obama foi forçado a reconhecer que um amplo acordo para o clima está fora do alcance este ano. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Ao invés disso, ele e outros líderes mundiais concordaram que irão trabalhar para chegar a um acordo interino mais modesto, com a promessa de renovar os esforços para que se chegue a um acordo completo no próximo ano.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Esta confissão coloca Obama na incômoda posição de ser, pelo menos por enquanto, incapaz de liderar os esforços internacionais para combater o aquecimento global, da mesma forma que seu antecessor - ainda que por razões diferentes. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;No caso de Bush, ele permaneceu descrente sobre a ciência que determinou o aquecimento global até quase o fim de sua presidência e indeciso sobre a necessidade de uma ação global combinada. E sua relutância foi ecoada por um Congresso que queria ver compromissos claros de países em desenvolvimento como a China.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas Obama sempre defendeu regulamentos para a mudança de clima. Ele agiu unilateralmente para limitar a emissão de gases causadores do efeito estufa de veículos e fontes grandes&amp;nbsp; como as usinas termoelétricas.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Além disso, nos últimos meses, China, Índia, Brasil e alguns outros países em desenvolvimento prometeram reduzir a velocidade do aumento de suas emissões, embora saibam que um tratado que obrigue que tais promessas sejam cumpridas não estará em vigor nos próximos anos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Ainda assim, Obama se vê limitado em suas ambições por um Congresso que está pouco disposto a ir tão longe ou agir tão rapidamente quanto ele gostaria. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Negociadores americanos não podem agir nos debates que conduzem à conferência de Copenhague por causa da inércia na criação de leis defendidas por esta gestão que criariam limites para as emissões de dióxido de carbono. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A Câmara aprovou uma lei relativamente rígida em junho, mas o Senado não deve dar início a um debate sério até o próximo ano.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Este impasse é culpa dos Estados Unidos? Claro. Mas outros países também têm culpa", disse Dan Becker, diretor da Campanha Clima Seguro em Washington, citando a oposição de indústrias poluentes e a relutância das economias em desenvolvimento em se comprometer com um meio termo em relação aos cortes nas emissões. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Nós temos a obrigação e a capacidade de liderar neste assunto. Quanto mais atrasarmos isso, mais extremas terão que ser as medidas".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=acordo+clim%E1tico" target=_top&gt;acordo climático&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 16 Nov 2009 08:40:58 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/16/na+luta+contra+mudanca+climatica+obama+esta+de+maos+atadas+9104956.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Editorial - Obama na China: economia, segurança e, claro, direitos humanos]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/16/editorial+++obama+na+china+economia+seguranca+e+claro+direitos+humanos+9104954.html</link>
      <description>Desde que Richard Nixon abriu as portas para a China em 1972, todos os presidentes americanos enfrentam um malabarismo político com o país. &lt;P&gt;Para o presidente Barack Obama, que desembarcou na China no domingo, o desafio é ainda mais difícil e urgente. Ele precisa da ajuda de Pequim para resolver inúmeros problemas imensamente importantes e extremamente difíceis, incluindo a estabilização do sistema financeiro global, o controle do aquecimento global, o asfastamento da Coreia do Norte de seu programa de armas nucleares e a garantia de que o Irã não construirá bombas. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Para fazer isso,&amp;nbsp; ele precisa encorajar a China a adotar um papel internacional ainda mais forte - mas também restringir alguns de seus instintos mais sombrios, incluindo os maus tratos de seus próprios cidadãos, sua relação nada saudável com países como o Sudão e sua tendência a tiranizar seus vizinhos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Obama já reconheceu a crescente influência da China (e de outras economias de rápido crescimento) quando transformou o G20 no principal foro para assuntos econômicos globais - no lugar do G8. Esperamos que isso resulte em um comportamento mais responsável por parte de Pequim. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Ainda em busca de uma área de concordância, Obama tem muito trabalho adiante. Ainda que os dois países tenham estabelecido enormes pacotes de estímulo, profundas tensões continuam presentes a respeito da taxa de câmbio da China. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Em relação à segurança, a China se juntou à América e outras grandes potências impondo sanções mais duras à Coreia Norte por causa de seu programa nuclear. Mas o país ainda é o principal benfeitor econômico de Pyongyang e demostrou vontade de explorar brechas nas sanções. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Pequim também evidencia preocupação a respeito do programa nuclear do Irã. Mas parece mais interessada em suas próprias necessidades energéticas vorazes e na capacidade do país em satisfazê-las. Obama terá que trabalhar mais para persuadir a China sobre os perigos internacionais, e da necessidade de duras sanções das Nações Unidas para restringir os apetites nucleares de Teerã e Pyongyang.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A China mantém elos íntimos com o Paquistão há muito tempo. Esperamos que Obama peça ao presidente Hu Jintao que ofereça maior assistência econômica a Islamabad e pressione seus líderes para que continuem combatendo a insurreição Taleban. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Ainda que as relações entre China e Taiwan tenham melhorado, Obama ainda deve pressionar Pequim para que desative centenas de mísseis apontados contra a ilha. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Alguns ativistas temem que a gestão Obama também tem se mantido em silêncio diante dos direitos humanos abismais da China. Obama adiou uma reunião com a Dalai Lama até depois desta cúpula. Mas tentar uma postura de menor confronto, por enquanto, não é irracional. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O sucesso da China como uma superpotência moderna não está garantido. A escassez de empregos e o descontentamento dos trabalhadores representam um enorme&amp;nbsp; desafio, bem como os movimentos separatistas no Tibete e Xinjiang. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Obama precisa encontrar uma maneira sútil de lembrar seus anfitriões dessas vulnerabilidades - e do fato que elas são melhor negociadas com franqueza política, ao invés de&amp;nbsp; mais repressão. Uma China que respeite seu próprio povo e seus vizinhos seria mais estável, economicamente mais forte, teria mais influência internacional e seria um parceiro muito melhor para os americanos. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Obama+na+China" target=_top&gt;Obama na China&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 16 Nov 2009 08:36:25 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/16/editorial+++obama+na+china+economia+seguranca+e+claro+direitos+humanos+9104954.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Em área remota do Afeganistão, um programa modelo de desenvolvimento]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/13/em+area+remota+do+afeganistao+um+programa+modelo+de+desenvolvimento+9082023.html</link>
      <description>JURM, Afeganistão - Um plano de ajuda popular que usa pequenas somas de dinheiro e o apoio de conselhos municipais conquistou mudanças modestas, mas importantes, neste canto do Afeganistão, elevando a esperança de que pode se tornar um modelo em um país no qual a corrupção oficial e a insurreição Taleban frustraram esforços mais amplos de desenvolvimento. &lt;P&gt;Os Estados Unidos e seus aliados gastaram bilhões de dólares em projetos de desenvolvimento, mas com menor efeito e apoio popular do que muitos esperavam.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Grande parte daquele dinheiro foi enviado através do governo central, que foi criticado por ser incompetente e corrupto. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Um valor ainda maior foi destinado a empresas privadas contratadas pelos Estados Unidos, que tiram mais da metade de cada dólar para pagar os salários de trabalhadores expatriados e outras despesas. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas não aqui em Jurm, na província noroeste de Badakhshan. Aqui as pessoas optaram por resolver os problemas por si mesmas - através de um conselho municipal e concessões diretas como parte de uma iniciativa conhecida como Programa de Solidariedade Nacional, criado por um ministério afegão em 2003.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Antes disso, Jurm não tinha eletricidade ou água limpa, sua principal colheita era a papoula e uma em cada 10 mulheres morria no trabalho de parto. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Hoje, muitas pessoas têm água encanada, os campos cultivam trigo e já não é considerado vergonhoso que uma mulher consulte um médico. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;As lições a serem aprendidas com o sucesso desta vila são que, frequentemente, projetos pequenos funcionam melhor, que o consentimento e participação dos moradores locais são essenciais e que mesmo passos pequenos levam anos. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Trazer desenvolvimento para os afegãos é uma importante parte da estratégia contra-insurgência direcionada a afastar as pessoas do Taleban e conquistar apoio para o governo apoiado pelo Ocidente mostrando que ele pode fazer a diferença nas vida diária.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Em lugares como Jurm, a presença do governo central quase não é sentida. A ideia para mudar isso foi simples: as pessoas elegeram os aldeões mais confiáveis e o governo em Cabul, ajudado por doadores estrangeiros, lhes forneceu concessões diretas - dinheiro para construir coisas como sistemas de água e esgoto e escolas para meninas. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Os moradores locais alegam que os conselhos funcionam porque geram desenvolvimento em seu nível mais básico, com os aldeões direcionando os gastos ao que é necessário para melhorar suas próprias vidas, abandonando os intermediários e grande parte das despesas excessivas e corrupção. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A eficiência geral do plano ainda está sendo avaliada pelos acadêmicos e autoridades americanas e afegãs, mas a ideia já foi reproduzida em milhares de aldeias pelo país. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Afeganist%E3o" target=_top&gt;Afeganistão&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 13 Nov 2009 08:46:41 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/13/em+area+remota+do+afeganistao+um+programa+modelo+de+desenvolvimento+9082023.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Remédios contra câncer são amplamente ignorados, dizem especialistas]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/13/remedios+contra+cancer+sao+amplamente+ignorados+dizem+especialistas+9082022.html</link>
      <description>Muitos americanos não pensam duas vezes antes to tomar remédios para prevenir doenças de coração e derrames. Mas o câncer é diferente. Muito do que os americanos fazem para impedir o câncer não oferece resultados ou é realmente prejudicial à saúde.&lt;P&gt;Ainda assim, alguns remédios que comprovadamente combatem a doença são amplamente ignorados.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Considere o câncer de próstata, o segundo tipo mais comum nos Estados Unidos, perdendo apenas para o câncer de pele facilmente tratável. Mais de 192.000 casos serão diagnosticados este ano e mais de 27.000 homens morrerão da doença.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;No entanto, há uma forma de se prevenir a maioria dos cânceres de próstata. Um amplo e rigoroso estudo mostrou que um remédio genérico, o finasterida, que custa cerca de US$ 2 por dia, pode prevenir até 50.000 casos por ano.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Outro estudo revela que um remédio parecido com o finasterida, o dutasteride, que custa US$ 3,50 por dia, tem o mesmo efeito.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Não obstante, segundo os pesquisadores, os remédios que funcionam são amplamente ignorados. E suplementos que se mostraram não apenas ineficazes, mas possivelmente prejudiciais à saúde são tomados por homens que esperam se proteger do câncer de próstata.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Conforme a guerra da nação contra o câncer continua, com pouca mudança na taxa de mortalidade do câncer mundial, muitos especialistas em câncer e saúde pública dizem que é preciso prestar mais atenção à prevenção.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas a prevenção se mostrou mais difícil do que muitos imaginavam. É difícil provar que algo simples como comer mais frutas e legumes ou se exercitar pode ajudar.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Além disso, como mostra a resposta aos remédios para próstata, as pessoas não parecem dispostas a tomar pílulas anti-câncer ou temem seus efeitos colaterais e não estão realmente convencidas de sua eficácia.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Outras simplesmente não sabem de sua existência.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;E o câncer de próstata não é o único. Os cientistas têm o que consideram evidências definitivas de que dois remédios podem diminuir o risco do câncer de mama pela metade. Mulheres e médicos amplamente ignoram a descoberta.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=c%E2ncer" target=_top&gt;câncer&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 13 Nov 2009 08:39:42 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/13/remedios+contra+cancer+sao+amplamente+ignorados+dizem+especialistas+9082022.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Sobreviventes de Fort Hood e a difícil tarefa de seguir adiante]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/13/sobreviventes+de+fort+hood+e+a+dificil+tarefa+de+seguir+adiante+9082021.html</link>
      <description>KILLEEN, Texas - Parecia improvável que Christopher Royal faria o sermão de domingo na Igreja Batista Shiloh, na pequena cidade de Ecletic, Alabama, conforme marcado. Royal, um subtenente do Exército, foi atingido três vezes nas costas durante o ataque a Fort Hood.&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/11/12/massacre+no+texas+atirador+sera+indiciado+por+13+assassinatos+9079159.html" target=_top&gt;Atirador de Fort Hood é indiciado por 13 assassinatos premeditados&lt;/A&gt; &lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas na manhã de sábado, Royal ligou para seu irmão, Bernard Birmingham, e disse que viria de qualquer maneira.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Eu disse, 'você acha que consegue fazer isto?'", Birmingham recordou na quinta-feira. "Ele disse, 'eu consigo com a ajuda de Deus'".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Como Royal, 37, muitos dos feridos no ataque a Fort Hood, pelo qual o major Nidal Malik Hasan foi acusado, já começaram o processo de retomar suas vidas e seguir adiante, mesmo com cicatrizes e dores e nervos assustados, em cadeiras de rodas e com pontos sobre a pele, com balas posicionadas muito precariamente sob o tecido para que os médicos consigam removê-las sem risco.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Aqueles com danos físicos pelo menos saíram do horror do ataque com algo tangível com o que se preocupar nos próximos meses.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Doze pessoas ainda estão no hospital, algumas das quais podem precisar de meses para se recuperar.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas os atingidos por balas não são os únicos sobreviventes. Outros também testemunharam a matança e não poderão exibir uma cicatriz. Segundo os peritos, a recuperação para eles pode ser ainda mais difícil.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Eles não tiverem audiências com o presidente, eles não receberam atenção especial e não tiveram a mesma oportunidade de processar o que aconteceu", disse o coronel Steven Braverman, chefe do Centro Médico Carl R. Darnall, para onde a maioria dos feridos foi inicialmente levada.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O soldado de primeira classe Mariano Alvarez, 25, especialista em alimentação que iria para o Afeganistão em janeiro, estava lá. Alvarez viu o atirador disparar contra "qualquer pessoa e qualquer coisa que se movesse" e correu para ajudar os feridos. Nada atingiu Alvarez, a não ser o que ele viu e ouviu.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Todos veem uma base militar como lugar seguro, mas isso foi tirado de mim", ele disse, acrescentando que o som de um martelo elétrico na sexta-feira passada imediatamente arrepiou os pelos de seus braços.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Saber que a qualquer momento minha vida poderia ter sido tirada me abalou", ele disse. Ele tem passado por sessões de terapia. "Eu me sinto desamparado e me senti assim na ocasião porque não pude fazer nada".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Aqueles com ferimentos físicos estão deixando os hospitais diariamente e ninguém deve piorar, de acordo com as autoridades.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O que irá acontecer a seguir, se eles irão ou não para o Iraque ou Afeganistão, receber uma posição burocrática ou deixar as forças militares dependerá de semanas e até mesmo meses de testes.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Se tudo for bem, e eles puderem ir para o exterior, sua última parada nesta série de avaliações será em um centro de processamento de preparo de um soldado, onde seu pesadelo começou.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Leia também:&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/06/muculmano+major+que+abriu+fogo+temia+envio+a+guerra+9031936.html" target=_top&gt;Muçulmano, major que abriu fogo temia envio à guerra&lt;/A&gt; &lt;/LI&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/11/09/autor+do+massacre+na+base+militar+teria+ligacoes+com+ima+pro+al+qaeda+9052923.html" target=_top&gt;Autor de massacre teria ligações com imã pró-Al-Qaeda&lt;/A&gt; &lt;/LI&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/06/muculmano+major+que+abriu+fogo+temia+envio+a+guerra+9031936.html" target=_top&gt;Pelo menos 13 morrem em ataque em base militar nos EUA&lt;/A&gt; &lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Fort+Hood" target=_top&gt;Fort Hood&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 13 Nov 2009 08:35:18 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/13/sobreviventes+de+fort+hood+e+a+dificil+tarefa+de+seguir+adiante+9082021.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Editorial: Comitê de Ética da Câmara crítica novo gabinete e defende comportamento político duvidoso]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/13/editorial+comite+de+etica+da+camara+critica+novo+gabinete+e+defende+comportamento+politico+duvidoso+9082019.html</link>
      <description>&lt;P&gt;O comitê de ética da Câmara criticou abertamente - e tolamente - seu aliado recentemente designado para a difícil tarefa de policiar o comportamento dos membros deste órgão político.&lt;/P&gt;&lt;P&gt;Um relatório recente do comitê de ética exonerou um congressista acusado, mas atacou o novo semi-autônomo Gabinete de Ética Congressional, ou OCE (na sigla em inglês), por procedimentos "fundamentalmente incorretos" ao vetar uma reclamação do comitê.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A acusação parece infundada, mas os legisladores no comitê gastaram 30 páginas para demonstrar seu ressentimento em relação ao novo gabinete.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Este investimento de recursos teria sido muito melhor utilizado para analisar o comportamento de seus membros do que o de uma agência criada pela Oradora Nancy Pelosi para ajudar o comitê de ética a mudar sua merecida reputação de inerte e evasivo.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Em debate estava o comportamento do representante Sam Graves, de Missouri, que pediu a um sócio de sua esposa que testemunhasse a seu favor diante do Comitê de Pequenas Empresas.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Ao inocentar o congressista, o comitê de ética atacou o OCE por sugerir que pode haver "um aparente conflito de interesses". Não há nenhuma regra explícita que impeça um conflito aparente, bradou o comitê, acusando o OCE de tentar criar uma.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas, espere um pouco. A Câmara tem um padrão ético que obriga seus membros a se comportarem "sempre de maneira que reflita bem a imagem da Câmara". Seu manual de ética inclui precauções contra "aparentes impropriedades". &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A dúvida agora é se o painel de éticas promulgou uma falha na regra simplesmente por ignorar aparentes conflitos de interesse.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A disputa poderia ser tratada como uma disputa por território. Porém, há temores de que os oponentes do gabinete tentem acabar com suas operações com a mudança da direção da Câmara em janeiro.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Nada seria mais precipitado para legisladores que precisam de padrões éticos maiores para conquistar a confiança&amp;nbsp; e o apoio de seus eleitores.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Um escândalo congressional gerou a criação do OCE. Seu efeito positivo para a responsabilidade pública já está claro. A Câmara precisa deste gabinete, porém alguns políticos sentem sua existência como uma ameaça às prerrogativas indolentes do comitê de ética.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Congresso+dos+EUA" target=_top&gt;Congresso dos EUA&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 13 Nov 2009 08:32:47 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/13/editorial+comite+de+etica+da+camara+critica+novo+gabinete+e+defende+comportamento+politico+duvidoso+9082019.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Indústria marítima: pouca carga e muitas dívidas]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/12/industria+maritima+pouca+carga+e+muitas+dividas+9081908.html</link>
      <description>LONDRES &#x96; Quando a Eastwind Maritime, uma transportadora de médio porte, pediu concordata na metade desse ano, poucos bancos nos EUA notaram. &lt;P&gt;Mas, na Europa, onde os bancos mantêm uma indústria de empréstimos cada vez mais duvidosa, a falta de habilidade da companhia, com base em Nova York, para sustentar sua dívida de mais de US$ 300 milhões, causou um ataque de ansiedade nas agências de empréstimo de todo o continente.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;De acordo com analistas, o colapso da Eastwind Maritime, enquanto pequeno, certamente poderia ser um prenúncio de mais transportadoras fadadas à falência.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;E para os bancos europeus em dificuldades, já contagiados por uma decadente recuperação econômica e contínuas perdas nos bens imobiliários, o surgimento de outra categoria de empréstimo questionável adiciona temores de que muitos deles estejam atrasados em relação a seus pares nos EUA na recuperação da crise financeira.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Os bancos com grandes indústrias marítimas em seu portfólio &#x96; entre eles o Royal Bank da Scotland e Lloyds, o HSH Nordbank e o Commerzbank na Alemanha &#x96; poderia enfrentar abaixo-assinados relevantes enquanto proprietários de navios confrontam uma queda nas taxas de fretamento de 25% no comércio global.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;O pico dos padrões geralmente vem um ano após a quebra da economia&#x94;, disse Scott Bugie, analista bancário europeu da Standard &amp;amp; Poor´s. &#x93;Nos EUA, a execução da dívida tem sido mais rápida e também a economia começou a se recuperar antes da crise&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O HSH Nordbank, líder em empréstimo à indústria marítima, abandonou quase US$ 800 milhões em provisões por seus empréstimos relacionados ao ramo marítimo, antes da metade do ano, e já recebeu 13 bilhões de euros (US$ 19,4 bilhões) como apoio de seus proprietários, os Estados alemães de Hamburgo e Schleswig-Holstein.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;E, enquanto o comércio global aparentemente se recupera gradualmente, espera-se que o excesso de navios previamente agendados para os próximos anos limite a extensão de uma recuperação significativa no preço.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;O problema é que haverá mais concordatas e fechamentos caso o proprietário do navio não possa operar com ele&#x94;, disse Anthony B. Zolotas, banqueiro da indústria marítima na Eurofin, em Atenas. &#x93;Nesse ponto ele dará as chaves ao banco e dizer, &#x91;Desculpa, colega, mas não posso continuar com isso&#x92;&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Os bancos na Europa resistiram com teimosia em aderir aos abaixo-assinados por suas dívidas da indústria marítima. Eles afirmam que a carga do setor global está agitada, mas enquanto as companhias continuarem pagando juros por seus empréstimos &#x96; o que a maior parte delas está fazendo atualmente &#x96;, os bancos argumentam que não há necessidade para eliminá-las.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Nosso registro é de alta qualidade e, para constar, neste ano não precisamos de nenhuma provisão para uma possível perda&#x94;, disse Lambros Varnavides, que supervisiona empréstimos de transporte para a RBS.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;De acordo com ele, &#x93;se o mercado continuar deficiente ou enfraquecer é provável que haja necessidade de usar algumas provisões, até mesmo para nós&#x94;. No entanto, ele acrescenta que esperava recuperar esses fornecimentos assim que o mercado reascendesse.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mas enquanto a competição entre empresários leva a receita de cargueiros bem abaixo do custo para mandar um navio atravessar o oceano, analistas dizem que os proprietários logo devem ser o próximo grupo de mutuários sem capacidade para administrar suas dívidas.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Muitos veem paralelos na forma como os bancos dos EUA e da Europa adotaram uma visão excessivamente otimista em relação à exposição que tiveram às hipotecas de alto risco no fim de 2006 e começo de 2007.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Assim como a Eastwind, os pequenos credores de empréstimos de alto risco começaram a fracassar quando os proprietários de imóveis perceberam que os números da hipoteca haviam ultrapassado o valor da propriedade, e pararam de pagar seus empréstimos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Apesar de o tamanho da dívida da indústria marítima não se comparar aos trilhões de dólares dos títulos hipotecários &#x93;tóxicos&#x94; que contaminaram os balanços financeiros em todo o mundo à essência da queda dos valores no transporte marítimo, nas dívidas penosas e no desaparecimento do patrimônio líquido é mais o menos a mesma.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Com exceção do HSH Nordbank, os empréstimos bancários à indústria marítima representam uma pequena porcentagem do registro geral de empréstimos &#x96; que sozinho não é suficiente para fazer o fechamento do balanço financeiro.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Mas o fato de as dívidas do ramo marítimo estar concentradas em alguns dos bancos mais enfraquecidos da Europa sugere que os empréstimos podem causar mais problemas do que os banqueiros querem admitir.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O fim da Eastwind como companhia privada, sem um bilionário grego ou um governo amigável para sustentá-la, veio rapidamente quando seus credores se recusaram a estender mais empréstimos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Na verdade, foi tão rápido que alguns navios da companhia, que são o principal meio de transporte das frutas e vegetais da Chiquita Brands, foram abandonados em alto-mar.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Em um dos casos, acabou o dinheiro para o combustível de um navio da Eastwind, de acordo com os dados da companhia apresentados para receber a concordata. Em outro, faltou fundos suficientes para o suprimento de água e comida para sua tripulação.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Enquanto os navios finalmente&amp;nbsp;descobrem uma forma de voltar ao porto, logo serão seus banqueiros que acabarão no mar.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;EM&gt;Por LANDON THOMAS Jr.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/EM&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=ind%FAstria+mar%EDtima" target=_top&gt;indústria marítima&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 12 Nov 2009 20:31:43 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/11/12/industria+maritima+pouca+carga+e+muitas+dividas+9081908.html</guid>
    </item>
  </channel>
</rss>

