iG - Internet Group

iBest

brTurbo

 

publicidade

ULTIMO SEGUNDO

 

iG BUSCA

enhanced by


Home > Notícia
  • Tamanho do texto
  • A
  • A

Culpado por ajudar Israel em 1948, mas perdoado em 2008

24/12/2008 - 14:40 - The New York Times

Logo NYT

WASHINGTON – Charlie Winter era um soldado duvidoso na luta pelo estado Judeu há 60 anos. Protestante irlandês de Boston, ele se engajou na causa clandestina deixando sua posição segura em Miami e auxiliou na realização de muitos planos militares para lutadores israelenses, chegando até a jogar uma bomba B-17 pelo Oceano Atlântico em 1948.


Acordo Ortográfico Os israelenses já o consideraram um herói por muito tempo, com as saudações do ex-primeiro-ministro Golda Meir saudando seus esforços. Ainda assim, nos Estados Unidos, ele era um criminoso, encarcerado por 18 meses por violar o Ato de Neutralidade de 1939 e violar o embargo de armas imposto à Israel.

Mas, nesta terça-feira, 23, o presidente Bush perdoou Winters, limpando seu nome quase 25 anos após sua morte. Nos últimos meses, judeus importantes, incluindo o diretor de filmes Steven Spielberg e membros do Congresso fizeram uma campanha por clemência pela memória de Winter.

“Esse é um presente para meu pai”, disse Jim Winters, 44, executivo de Miami que não sabia nada sobre a prisão de seu pai antes de sua morte.
“Esse foi um desafio monumental, mas a citação favorita do meu pai era ‘Tenha fé’, e tivemos”, disse ele.

Bush listou outros 18 perdões, nesta terça-feira, como também fez uma troca de sentenças, para pessoas condenadas por crimes comuns como venda de drogas ou falsificação de cheques. Não havia grandes nomes na lista, embora a especulação de que o presidente consideraria complacência para figuras importantes como Michael Milken, o financista; Marion Jones, o atleta; Bernard Ebbers, ex-diretor da WorldCom; ou I. Lewis Libby Jr., ex-assistente da Casa Branca.

Para os conhecidos vivos e apoiadores de Winter, o aparecimento inesperado de seu nome na lista de perdão foi incrível.

“Esse é um dia maravilhoso”, disse Reginal Brown, advogado de Washington que representou a família Winters na petição de clemência para o Departamento de Justiça. “Ele agiu de forma heróica, e, naquele tempo, a lei não refletia nossos valores. O perdão permite que a lei recompense a história”.

Winters, que morreu em 1984 com 71 anos, se tornou a segunda pessoa, que se tem registro, a receber perdão póstumo, disseram oficiais da administração. Em 1999, o presidente Bill Clinton deu perdão ao Lugar-tenente Henry O. flipper, que foi o primeiro negro graduado na Academia Militar dos EUA em West Point, em 1877, e então foi condenado por roubo quatro anos depois devido a acusações que era, aparentemente, racistas.


Por ERIC LICHTBLAU


Leia mais sobre EUA





US Multimídia


Publicidade


Matérias Relacionadas

Tiroteio no sul do Alabama deixa ao menos 10 mortos

Ministros da Defesa sul-americanos pedem fim de embargo a Cuba

Pequim diz que navio dos EUA infringiu leis internacionais


Enquete


 

Contador de notícias