iG - Internet Group

iBest

brTurbo

 

publicidade

ULTIMO SEGUNDO

 

iG BUSCA

enhanced by


Home > Notícia
  • Tamanho do texto
  • A
  • A

Universidades procuram maneiras de atrair minorias

26/01 - 15:52 - The New York Times

Com a nova proibição da ação afirmativa instaurada pelo estado do Michigan, além de iniciativas similares em outros estados, muitas universidades públicas se misturam para encontrar maneiras de atrair mais estudantes negros e hispânicos.

Por todo o país, após 30 anos de debates e litigações sobre a ação afirmativa, as universidades fizeram muito pouco progresso em direção à corpos estudantis racialmente representativos. Recentemente, com a crescente consciência de que estudantes influentes são vastamente representados em faculdades seletivas, o antigo foco na diversidade racial juntou-se à grande preocupação sobre diversidade econômica.

Atualmente, quatro estados com universidades públicas de alto escalão - Califórnia, Flórida, Michigan e Washington - proíbem preferências raciais, tanto por proposições de voto ou decisões feitas por políticos eleitos.

A Universidade do Michigan, juntamente com outras instituições do estado, tentou ganhar um atraso na proibição para que não coincidisse com o ciclo de admissões deste ano. Porém, o pedido foi rejeitado pela corte e os políticos pararam de considerar raca e sexo como fatores nas admissões, e temem que a próxima turma seja menos diversificada. Muitos oficiais temem perder candidatos de minorias para universidades particulares seletivas. 

Em Detroit, a Escola de Direito da Wayne State University adotou recentemente uma nova política de admissões eliminando qualquer menção de raça, porém aumentando os fatores considerados pelo gabinete de admissões. Entre eles: ser o primeiro da família a freqüentar a universidade; ter superado obstáculos substanciais, incluindo preconceito e discriminação; falar outras línguas; morar fora, em Detroit ou em reserva indígena americana.

"Há uma nova luta a caminho", disse Frank Wu, diretor da Escola de Direito, "e consiste em saber se o mero fato de exigir diversidade significa ter que burlar a proibição e procurar alternativas, ou pretextos, para raça, e isso não é permitido. É irônico, mas em alguns locais nossa iniciativa de adotar uma nova política que se adapte à Prop 2 foi interpretada como um esforço para evitá-la".

- Tamar Lewin





US Multimídia


Publicidade


Enquete