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Empresa exibe novidades em todos os tamanhos

07/04 - 09:15 - Agência Estado

Na entrada do Intel Developer Forum (IDF), havia um grande banner com a inscrição "do miliwatts ao petaflops". Isso espantaria 99,9% das pessoas para quilômetros de distância do local.

Só que a reunião em Xangai foi o encontro entre grupos de pesquisa da companhia e pesquisadores de software e hardware envolvidos com processadores.

Miliwatts se referem aos chips como o Atom, minúsculos e econômicos de energia. Já petaflops (um quatrilhão de cálculos por segundo) é o outro extremo do mundo digital, dos computadores de alta capacidade, que em algum dia no futuro vão chegar à vida real.

Ao mirar na computação de alta performance, os petaflops da Intel querem competir com empresas como a IBM, que detém hoje o mais rápido supercomputador do mundo, o IBM Blue Gene/P. Hoje aplicações que rodam em petaflops são usadas em programas espaciais, na medicina de alta precisão e em laboratórios científicos.

Num nível mais próximo do consumidor doméstico, a Intel surge com o processador Tukwila, um monstro de 2 bilhões de transistores com quatro núcleos e 30 megabytes de cache, que está previsto para o fim deste ano.

Outra prévia do que está por vir é o multiprocessador Dunnington, um chip de seis núcleos de processamento (six core); o Nehalem, um chip de 45 nanômetros que pode trabalhar com até oito núcleos em computação paralela; e o Larrabee que usa muitos núcleos para aplicações visuais.

Os núcleos do Nehalem funcionam paralelamente. Hoje, se um usuário quiser editar um vídeo, leva um bocado de tempo. Com a computação paralela, é como se esse mesmo vídeo pudesse ser fatiado e editado por mais de um computador simultaneamente. A idéia é aproveitar melhor o uso do controlador de memória. Já o Larrabee é um processador gráfico que só chega, segundo o plano estratégico da Intel, em 2009 ou 2010. A idéia é melhorar as aplicações gráficas e vídeos.

Pára por aí? Não, em 2009 a Intel promete entregar os primeiros chips de 32 nanômetros. Essa miniaturização pretende ao mesmo tempo melhorar a performance, reduzir significativamente o gasto energético e diminuir o tamanho. Técnicos da Intel acreditam que no futuro ainda se possa chegar a 8 milímetros. Meu computador, seus dias estão contados. As informações são do O Estado de S. Paulo/Link




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