Zoellick teme que a crise financeira afete ajuda aos pobres

A crise financeira norte-americana afetará os programas de ajuda aos países mais pobres, admitiu o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, nesta quinta-feira em Nova York.

AFP |

Zoellick participou em uma entrevista à imprensa junto ao magnata e fundador da Microsoft Bill Gates, presidente da fundação Bill e Melinda Gates, o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, e a presidente da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, após a apresentação de um plano para salvar 10 milhões de mães e seus recém-nascidos.

"Estou preocupado, a crise já teve um impacto nos compromissos financeiros dos países desenvolvidos e, em certas regiões, as conseqüências poderiam ser mais severas", admitiu o presidente do Banco Mundial.

Os participantes advertiram que o mundo fracassou em adotar medidas eficazes para salvar milhões de mulheres e seus recém-nascidos. "Uma mulher morre a cada minuto dando à luz, e 500.000 mulheres morrem no parto a cada ano", disse Zoellick.

Segundo este grupo, "para salvar três milhões de mães e sete milhões de recém-nascidos é preciso US$ 2,4 bilhões de dólares em 2009 e US$ 7 bilhões em 2015", destacaram os participantes em um comunicado.

mes/lm

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