Zimbábue: justiça mantém detidos 16 defensores dos direitos humanos

Um tribunal zimbabuano ordenou nesta quarta-feira que os 16 militantes pró-direitos humanos continuem detidos a espera de um veredicto do Supremo Tribunal, que deve se pronunciar sobre sua acusação por complô para derrubar o governo do presidente de Robert Mugabe.

AFP |

O juiz não se pronunciou sobre as acusações contra Justina Mukoko, diretora da ONG Zimbabwe Peace Project, e os outros 15 acusados e simplesmente ordenou que todos sejam mantidos presos até o anúncio da decisão do Supremo Tribunal, informaram fontes judiciais.

O Estado zimbabuano apelou semana passada de uma decisão da justiça que ordenava a transferência a um hospital de Justina Mukoko e de outros nove militantes acusados de complô contra o regime.

Famosa defensora dos direitos humanos, Justina Makoko havia sido seqüestrada por homens armados em 3 de dezembro e detida em segredo durante várias semanas antes de aparecer, em 24 de dezembro, ante um tribunal.

A União Européia (UE) havia pedido oficialmente em 12 de dezembro a liberação de Mukoko.

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