Woody Allen diz que rodar filmes é como fazer amor

Berlim, 9 jul (EFE).- O diretor americano Woody Allen diz que sempre começa um trabalho com a ideia de fazer o melhor longa-metragem de todos os tempos, mas que rodar filmes é como fazer amor: um entra no assunto esperançoso e geralmente acaba decepcionado.

EFE |

O cineasta de "Bananas", "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" e "Vicky Cristina Barcelona" não esconde, também, seu eterno pessimismo ao afirmar que a vida "é dura, cruel e curta demais", em entrevista publicada hoje pela revista alemã "TV Movie".

Apesar de tudo, Woody Allen não se queixa da vida que tem. "Tenho a sorte de viver em minha cidade favorita, Nova York, e de ter me apaixonado por muitas mulheres formosas", explica.

E apesar de seus fracassos sentimentais, confessa que nunca teve decepções com suas musas cinematográficas, desde Diane Keaton a Scarlett Johansson.

"Nunca escolho atrizes que se encontram muito seguras de si próprias. Perante esse tipo de gente, é preciso ter sempre muito cuidado", adverte o diretor.

Quanto às ideias para seus filmes, Woody Allen, de 73 anos, revela que sempre as tira de uma gaveta: "Não é piada. Em minha mesinha há uma gaveta onde ponho todas as ideias que me ocorrem, há 30 anos", contou. EFE jcb/rr

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