Visita do papa acontecerá em meio a fortes medidas de segurança

Washington, 15 abr (EFE).- A visita de seis dias do papa Bento XVI aos Estados Unidos estará cercada por fortes medidas de segurança, que começaram a ser planejadas quando a viagem foi anunciada, em setembro do ano passado.

EFE |

Responsáveis dos serviços secretos americanos reconheceram que a visita de Bento XVI a Washington e Nova York coloca desafios extras em relação às dos líderes que freqüentam a capital, porque é preciso combinar a segurança e o acesso do público aos atos papais.

Dezenas de milhares de pessoas devem se reunir em torno das rotas do papamóvel, como é conhecido o veículo no qual viaja o chefe da Igreja Católica.

A chegada de Bento XVI hoje à capital americana ocorre pouco depois de o líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, acusar o Pontífice no mês passado de desempenhar "um grande papel" no que qualificou como uma nova cruzada contra o Islã.

Malcolm Wiley, porta-voz dos serviços secretos dos EUA, disse neste fim de semana ao jornal "USA Today" que os planos para proteger o papa "serão alterados e adsptados", para garantir a máxima proteção.

Os dois maiores atos e que exigirão maior mobilização de segurança são a missa na quinta-feira e no domingo em dois estádios de beisebol.

Os milhares de fiéis que foram a Washington para ver o papa terão uma das primeiras oportunidades por volta do meio-dia de amanhã, quando Bento XVI for à Casa Branca, onde se reunirá com o presidente americano, George W. Bush.

Em sua saída da residência oficial, o pontífice fará um amplo percurso pela capital, que terminará na Nunciatura Apostólica americana.

Bento XVI realizará um segundo percurso público à tarde após visitar a sede da Conferência Episcopal Americana, de onde irá à Basílica do Santuário Nacional da Imaculada Conceição.

Em Nova York, o papa também protagonizará um trajeto no papamóvel no sábado.

Além da proteção dos serviços secretos e das unidades policiais de Washington e Nova York, o papa viaja com sua própria equipe de segurança do Vaticano. EFE tb/an

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