Visita de Kadhafi ao Togo tem rezas islâmicas e contato com o povo

Após chegar ao Togo pelo norte, na sexta-feira, o líder líbio, Muammar Kadhafi, participou, neste sábado, de um ato islâmico em Sokodé, no centro do país, antes de se dirigir a Lomé pela estrada, em uma viagem salpicada de verdadeiros banhos de multidão.

AFP |

Em Sokodé (375 km ao norte de Lomé), o dirigente líbio não falou de política e se limitou ao sermão do Islã, liderando a oração, diante de mais de 8.000 pessoas no estádio da cidade.

O presidente togolês, Faure Gnassingbé, assim como o primeiro-ministro Komlan Mally, ambos cristãos, assistiram à oração.

"Os que ficam em uma religião que não seja o Islã estão errados. O Islã evolui como a última religião e a última mensagem dos Céus", afirmou o Guia da revolução líbia.

"É por isso que centenas de milhões de almas no mundo abraçam a fé islâmica sem estarem obrigados (...) apesar da infidelidade e da opressão dos adversários e inimigos do Islã", completou Kadhafi.

O sermão não durou mais do que dez minutos.

Depois, o líder líbio se dirigiu para o centro do campo para a grande oração.

De pé, sobre um tapete, cercado por pelo menos 30 guarda-costas, Kadhafi recitou o Corão por 20 minutos.

Faure Gnassingbé, de confissão protestante, estava na tribuna.

Muammar Kadhafi retomou a estrada em um cortejo de mais de 50 veículos todo-terreno.

ek/tt

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