Vírus da gripe aviária de fazenda em Hong Kong não é mutação

Hong Kong, 18 dez (EFE).- O subsecretário de Alimentação e Saúde de Hong Kong, Gabriel Leung, explicou hoje a parlamentares locais que, segundo as análises iniciais, o vírus que matou dezenas de frangos no início de dezembro em uma fazenda no norte da ex-colônia britânica não é uma mutação.

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"Os resultados demonstram que a seqüência genética (do vírus da gripe aviária) não possui diferenças apreciáveis" em relação às descobertas no passado, informa o jornal local "South China Morning Post" em sua versão atualizada.

Leung acrescentou que serão realizados novos testes para determinar como se originou a infecção e em que medida o contrabando de ovos e as aves em liberdade puderam ajudar na propagação do vírus.

Após o foco, especialistas começaram a questionar se o vírus não teria mutado ou se a vacina usada para os frangos locais teria perdido seu efeito.

O foco na fazenda de Hong Kong, o primeiro em uma granja desde 2003 na ex-colônia britânica, matou 200 frangos e forçou o sacrifício de outros 90 mil para combater a possível expansão do vírus.

Além disso, ficaram suspensos por três semanas a importação de aves da China e o comércio de frangos vivos na ex-colônia britânica.

EFE mch/mh

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