Violência reduz extração de petróleo na Nigéria

Lagos, 7 jul (EFE).- Os atentados da guerrilha do Movimento para a Emancipação do Delta do Níger (Mend) reduziram a produção de petróleo da Nigéria nos últimos meses em 589 mil barris por dia, o que diminuiu as exportações do país a pouco mais de 1 milhão de barris diários.

EFE |

Segundo relatório da Corporação Nacional Nigeriana de Petróleo (NNPC, em inglês) divulgado hoje pela imprensa local, os ataques do Mend contra suas instalações e as das multinacionais Chevron (americana), Shell (anglo-holandesa) e Agip (italiana) reduziram ainda mais a produção entre maio e junho.

A cota de venda de petróleo da Nigéria na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) é de 2,6 milhões de barris ao dia, mas o país pode exportar pouco mais de 1 milhão de barris, devido à violência na região produtora do Delta do Níger.

A violência na Nigéria e a conseguinte queda de suas exportações foi uma das causas do aumento dos preços internacionais do petróleo nas últimas semanas.

Os ataques cometidos pelo Mend há dois meses obrigaram a Shell a suspender suas exportações de "força maior", e a Chevron poderia seguir o mesmo caminho, já que os guerrilheiros destruíram alguns de seus principais oleodutos, parte de um centro de abastecimento e instalações de carga para navios. EFE da/an

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