O ex-líder militar da Argentina Jorge Videla, acusado de praticar abusos contra os direitos humanos, foi transferido de sua casa, onde cumpria prisão domiciliar, para um centro de detenção. Videla, de 83 anos, foi condenado em 1985 pela morte de 66 pessoas, a tortura de 93 outras e a detenção ilegal de mais de 300.

O militar foi condenado à prisão perpétua.

Ele foi perdoado pelo presidente Carlos Menem em 1990, mas um tribunal cancelou a ordem no ano passado.

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