Vice-chanceleres de A. Latina e Caribe discutem plano de ação contra drogas

Bogotá, 30 jul (EFE).- Os vice-ministros de Relações Exteriores de 24 países da América Latina e do Caribe se reuniram hoje na cidade colombiana de Cartagena para discutir um plano de ação contra as drogas.

EFE |

O documento central será a chamada Declaração de Cartagena, que recebeu suas primeiras críticas no final de junho em Bogotá, durante um encontro preliminar onde estiveram presentes representantes de 15 países.

A vice-ministra de Assuntos Multilaterais da Chancelaria colombiana, Adriana Mejía, afirmou que esse documento será importante no combate ao problema mundial das drogas.

A declaração foi feita durante a aberturados encontros prévios da Cúpula Regional sobre Drogas, Segurança e Cooperação do Caribe, América Central, Colômbia, México e Venezuela.

O encontro de Cartagena é uma iniciativa colombiana que dá continuidade a uma cúpula realizada em março de 2007 em Santo Domingo, com a presença dos governantes de Colômbia, Haiti, República Dominicana, e Trinidad e Tobago.

Este ano, estarão presentes os chefes de Estado de El Salvador, Elías Saca; Guatemala, Álvaro Colom; Panamá, Martín Torrijos; República Dominicana, Leonel Fernández; México, Felipe Calderón, e da Colômbia, Álvaro Uribe.

A Chancelaria colombiana disse que a reunião de Cartagena terminará com um documento que "complementa e aprofunda os princípios, as vontades e os desafios expressados na Declaração de Santo Domingo".

Além disso, será lançado um plano de ação contra o narcotráfico, que irá complementar a Declaração de Cartagena.

"O objetivo do programa é dar um passo adiante em nosso esforço comum para superar o problema mundial das drogas", disse a vice-chanceler Mejía, que na quinta-feira dará lugar ao novo ministro colombiano de Relações Exteriores, Jaime Bermúdez.

Bermúdez abrirá um segundo encontro prévio, que reunirá chanceleres e responsáveis por assuntos antidrogas, de segurança, judiciais ou de Polícia da região.

Estarão presentes também outros observadores de outros nove países, como China, Estados Unidos, Espanha e Reino Unido, e 15 de entidades multilaterais ou organismos internacionais.

A criatividade e a disposição dos Governos "garantirão acordos sólidos e viáveis", previu a vice-chanceler colombiana, que agradeceu a solidariedade e o compromisso dos países que aceitaram acompanhar a cúpula regional.

Mejía referiu-se a Antígua e Barbuda, Barbados, Belize, Dominica, Bahamas, Costa Rica, Cuba, Granada, Jamaica, Nicarágua, Venezuela, Guiana, Haiti, São Cristóvão e Neves, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Suriname e Trinidad e Tobago.

"Estarmos aqui reunidos constitui um sinal inequívoco de nosso compromisso em acabar com este terrível flagelo", concluiu. EFE jgh/rb/plc

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