Vice diz que, com Morales, Bolívia parou pedir esmolas ao FMI e ao BM

La Paz, 28 jun (EFE).- O vice-presidente da Bolívia, Álvaro García Linera, disse hoje que, desde que Evo Morales se tornou presidente, o país parou de pedir esmolas a organismos internacionais, entre eles o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (BM).

EFE |

"Hoje, nós, bolivianos, vivemos de nosso trabalho, de nosso gás, de nosso petróleo, e não pedimos esmolas a ninguém", declarou García Linera em um comício em La Paz.

O vice-presidente foi o principal orador de um ato de campanha para o referendo revogatório de 10 de agosto, do qual Morales também participaria.

O vice-presidente boliviano destacou que, graças à nacionalização dos hidrocarbonetos, iniciada por Morales em maio de 2006, a Bolívia não precisa "pedir ao Fundo Monetário ou ao Banco Mundial que paguem os salários" dos bolivianos.

García Linera afirmou que, "graças a Evo" e à nacionalização dos hidrocarbonetos, a Bolívia recebe agora "US$ 2 bilhões ao ano, seis vezes mais do que recebia" nos Governos anteriores, e, com esse dinheiro, parou de ficar "de joelhos", de ficar "como um mendigo".

Segundo o vice de Morales, essa é a primeira vez na história da Bolívia que o país deixou de ser deficitário e que a nação "não é serva" nem "colônia de ninguém". EFE rs/sc

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