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Venezuela rejeita resolução européia sobre inabilitação de políticos

Caracas, 23 out (EFE).- A Venezuela rejeitou a resolução adotada hoje pelo Parlamento Europeu (PE) que critica as inabilitações eleitorais de venezuelanos acusados de serem corruptos.

EFE |

"Apenas 52 dos 785 eurodeputados, todos de direita e extrema direita, presentes na sessão de hoje do PE, cometeram uma inaceitável ação de ingerência em assuntos de um Estado que nem pertence à Europa, dando um respaldo à corrupção", disse à Agência Efe o vice-chanceler venezuelano, Alejandro Fleming.

O documento foi aprovado com 51 votos a favor e um contra, do eurodeputado português Pedro Guerreiro, que atribuiu o assunto a uma "operação de ingerência do PE" em uma tentativa de "desestabilização do Estado venezuelano".

A resolução denuncia a suposta utilização dessas inabilitações pelo Governo da Venezuela para frustrar a presença de opositores com chances de vitória nas eleições regionais e municipais de 23 de novembro.

Ao ser votada por menos de 10% dos membros do PE, esta resolução "carece de legitimidade" e constitui "um fracasso da direita e extrema direita européias e seu aliados na Venezuela", reiterou Fleming.

A resolução aprovada hoje foi a segunda condenação da Eurocâmara a ações do Governo Chávez. A primeira ocorreu em maio de 2007, contra o fechamento de "Radio Caracas Televisión". EFE ar/rb/plc

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