O presidente venezuelano, Hugo Chávez, estendeu o estado de emergência elétrica no país por mais 60 dias, apesar das recentes chuvas que aumentaram as esperanças de que as graves crises de energia terminariam na nação exportadora de petróleo.

A popularidade de Chávez foi afetada desde que uma forte seca expôs os problemas da rede energética no país, muito dependente da energia hidrelétrica, e levou a rígidas medidas de racionamento de energia.

Os blecautes e o racionamento poderiam impulsionar as perspectivas da oposição nas eleições legislativas de setembro que serão um prelúdio para as eleições presidenciais de 2012.

Ao assinar o decreto para estender o estado de emergência na televisão, Chávez pediu aos venezuelanos que continuem a economizar energia, desligando as luzes.

"Renovamos a emergência elétrica enquanto continuamos trabalhando avidamente para construir novas usinas termoelétricas", disse ele. O decreto de emergência permite ao governo mobilizar recursos para lidar com a crise elétrica.

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