Venezuela mantém silêncio sobre libertação de Betancourt

Caracas, 2 jul (EFE).- O Governo venezuelano ainda não comentou sobre a libertação da ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt e de outros 14 reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), entre eles três americanos.

EFE |

Nenhum porta-voz oficial se expressou sobre o assunto nem anunciou quando seria conhecida a posição do Governo do presidente Hugo Chávez sobre a libertação.

Está previsto para amanhã um pronunciamento do ministro do Interior venezuelano, Ramón Rodríguez, a representantes da imprensa estrangeira, e especula-se que nesse encontro poderia ocorrer a primeira declaração oficial.

Betancourt destacou hoje, após ser libertada, o apoio de Chávez e do presidente do Equador, Rafael Correa, para conseguir a paz na Colômbia, mas ressaltou que isso deve ocorrer com respeito à democracia do país.

"Acho que a intervenção de Chávez e de Rafael Correa é muito importante. Penso que são aliados importantes neste processo, mas sob a condição de que é preciso ter respeito pela democracia colombiana", afirmou Betancourt.

O governante venezuelano ajudou a tramitar a libertação em janeiro e fevereiro de seis políticos que estavam em poder das Farc.

Chávez recebeu sinal verde de Bogotá para servir de mediador na libertação de seqüestrados pela guerrilha, mas esta permissão foi retirada pelo presidente colombiano, Álvaro Uribe, o que gerou uma crise entre os dois países. EFE rr/mh

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