Venezuela critica campanha midiática contra relações bilaterais com Irã

CARACAS - O Governo venezuelano defendeu hoje o caráter pacífico de sua relação com o Irã, e qualificou de investida midiática irresponsável e imoral as versões sobre supostos planos bilaterais relacionados com a construção de armas e explosivos.

EFE |

Em comunicado, o vice-chanceler para a Europa, Alejandro Fleming, citou informações da imprensa local e estrangeira, segundo as quais "as autoridades aduaneiras do porto de Mersin, Turquia, tinham descoberto materiais radioativos e perigosos em contêineres provenientes do Irã e com destino à Venezuela".

Fleming afirmou que "é absolutamente irresponsável e imoral fazer este tipo de afirmações com o único objetivo de criar uma matriz de opinião internacional que sustente novos processos de ingerência na Venezuela".

Ele destacou que essas "mentiras" midiáticas "foram reveladas quando as autoridades turcas, depois de cumprir a rotineira revisão aduaneira, informaram que não existiam materiais radioativos nem perigosos nos contêineres".

"Mais uma vez, alguns veículos de comunicação tentaram enganar a opinião pública nacional e internacional ao apresentar como perigosos nossos laços com Teerã, os quais se sustentam exclusivamente em uma relação de cooperação solidária e pacífica a favor do desenvolvimento de nossos povos", disse Fleming.

O vice-chanceler lembrou que a suposta campanha midiática, "primeiro, lançou seu ataque contra" a companhia aérea de bandeira venezuelana Conviasa, ao divulgar "que transportava equipamentos para a construção de armas de destruição em massa provenientes do Irã".

"E, agora, atacam a empresa mista venezuelano-iraniana Venirán Trator, a qual só enviou à Venezuela materiais para maquinarias agrícolas e automóveis", acrescentou o vice-chanceler venezuelano.

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