Venezuela acusa Colômbia de querer desestabilizar América do Sul

Caracas, 28 jul (EFE).- O ministro das Relações Exteriores venezuelano, Nicolás Maduro, atribuiu hoje à Colômbia a intenção de aumentar o tom e propiciar uma campanha de desestabilização na região.

EFE |

Ele fazia referência a armas apreendidas com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) que, segundo confirmou o Governo da Suécia, foram vendidas à Venezuela no final dos anos 80.

"Não tentem aumentar o tom e propiciar uma campanha para desestabilizar nossa região", advertiu Maduro em entrevista na sede do Ministério de Exteriores da Venezuela, durante um encontro com o chanceler espanhol, Miguel Ángel Moratinos.

O chanceler venezuelano reiterou que o assunto faz parte de "todas essas mentiras que foram sendo construídas ao longo destes dez anos de revolução bolivariana" e que "foram desmontadas uma a uma com a verdade na mão".

O Governo sueco informou hoje à imprensa colombiana que confirmou que vários lança-foguetes produzidos no país e apreendidos recentemente com as Farc foram vendidos à Venezuela no final da década de 80.

Maduro disse que "quando for o momento oportuno", o Governo do presidente venezuelano, Hugo Chávez, "dará uma resposta específica a esta nova mentira" e reiterou a "transparência e honorabilidade do Governo". EFE afs/db

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